Queridos visitantes,
Este blog está direcionado a informação sobre problemas ambientais e de saúde. Recebo muitos posts pedindo ajuda mas infelizmente não é possíve realizar "consultas virtuais". Mandem suas dúvidas mas não me peçam orientação de tratamento. Tentarei ajudar até o limite da ética. Obrigada
quarta-feira, 6 de junho de 2012
terça-feira, 8 de maio de 2012
terça-feira, 24 de abril de 2012
Doença da Folha Verde
Doença da Folha Verde do Tabaco
Em 2007 e 2008, a Secretaria de Vigilância em Saúde realizou investigações epidemiológicas com o objetivo de confirmar, pela primeira vez, a ocorrência da doença da folha verde do tabaco - DFVT no Brasil. Essa doença consiste numa forma de intoxicação aguda causada pela absorção dérmica da nicotina encontrada na folha da nicotiana tabacum (planta do tabaco), causando náusea, vômito, fraqueza, tontura e cefaléia em agricultores que trabalham com esse cultivo.
A primeira investigação aconteceu na região fumageira de Arapiraca no Estado de Alagoas em julho e agosto de 2007 e a segunda na região fumageira de Candelária, Estado do Rio Grande do Sul no período de novembro a dezembro de 2008.
A primeira investigação aconteceu na região fumageira de Arapiraca no Estado de Alagoas em julho e agosto de 2007 e a segunda na região fumageira de Candelária, Estado do Rio Grande do Sul no período de novembro a dezembro de 2008.
O que é a doença da folha verde do tabaco?
A doença da folha verde do tabaco é um tipo de intoxicação aguda causada pela absorção dérmica da nicotina acometendo principalmente agricultores que trabalham com a cultura do tabaco.
O que a pessoa sente?
Os principais sinais e sintomas da doença são: cefaléia, tontura, náusea, vômito, fraqueza e cólica abdominal.
Como é diagnosticada?A doença da folha verde do tabaco é um tipo de intoxicação aguda causada pela absorção dérmica da nicotina acometendo principalmente agricultores que trabalham com a cultura do tabaco.
O que a pessoa sente?
Os principais sinais e sintomas da doença são: cefaléia, tontura, náusea, vômito, fraqueza e cólica abdominal.
Para diagnosticar a doença é preciso que o indivíduo tenha tido contato com o cultivo do fumo, apresentar sinais e sintomas de intoxicação aguda e ter nível de nicotina elevado no organismo.
Como é detectada a nicotina no organismo da pessoa?
A nicotina é detectada por meio do exame de dosagem de cotinina na urina, sangue ou saliva. A cotinina é um marcador de exposição para avaliar o quanto de nicotina o organismo absorveu, pois ela é transformada em cotinina pelo organismo.
Valores de cotinina acima de 10 ng/ml significam que as pessoas estiveram expostas à nicotina e podem desenvolver a doença da folha verde do tabaco de forma aguda e em longo prazo outras doenças tabaco relacionadas como, por exemplo, cânceres, doença pulmonar obstrutiva crônica, doenças cardiovasculares e abortos.
A nicotina é detectada por meio do exame de dosagem de cotinina na urina, sangue ou saliva. A cotinina é um marcador de exposição para avaliar o quanto de nicotina o organismo absorveu, pois ela é transformada em cotinina pelo organismo.
Valores de cotinina acima de 10 ng/ml significam que as pessoas estiveram expostas à nicotina e podem desenvolver a doença da folha verde do tabaco de forma aguda e em longo prazo outras doenças tabaco relacionadas como, por exemplo, cânceres, doença pulmonar obstrutiva crônica, doenças cardiovasculares e abortos.
Quais os fatores de risco para a doença da folha verde do tabaco?
Os principais fatores de risco para a doença da folha verde do tabaco são trabalhar no período da colheita, trabalhar com o fumo ou roupas molhadas, não usar equipamentos de proteção individual.
Como prevenir a doença?
Usar equipamentos de proteção individual a exemplo de luvas e capas impermeáveis, evitar trabalhar com a planta ou roupas molhadas (realizar trocas durante o trabalho sempre que for possível) e nos horários de maior umidade (orvalho matinal e durante as chuvas). Em alguns países o ato de lavar as mãos durante o trabalho e com as folhas do tabaco diminuiu a absorção da nicotina pelo organismo.A diarréia é um desarranjo do intestino com aumento do número de evacuações e fezes amolecidas ou líquidas.
Os principais fatores de risco para a doença da folha verde do tabaco são trabalhar no período da colheita, trabalhar com o fumo ou roupas molhadas, não usar equipamentos de proteção individual.
Como prevenir a doença?
fonte: Biblioteca Virtual em Saúde do Ministério da Saúde.
quarta-feira, 7 de março de 2012
Síndrome de Wolff-Parkinson-White
O que é a síndrome de Wolff-Parkinson-White?

A síndrome de Wolff-Parkinson-White é uma doença onde existe uma via elétrica extra que conecta os átrios aos ventrículos, fazendo com que o impulso elétrico chegue mais rápido ao ventrículo e cause taquicardia. Às vezes, essa via elétrica não causa taquicardia, mas produz alteração no eletrocardiograma que deixa o QRS (representação elétrica da contração ventricular) mais largo (pré-excitação ventricular). A causa da síndrome de Wolff-Parkinson-White é congênita, ou seja, alteração presente desde o nascimento ou intra-útero.
A síndrome de Wolff-Parkinson-White é uma doença onde existe uma via elétrica extra que conecta os átrios aos ventrículos, fazendo com que o impulso elétrico chegue mais rápido ao ventrículo e cause taquicardia. Às vezes, essa via elétrica não causa taquicardia, mas produz alteração no eletrocardiograma que deixa o QRS (representação elétrica da contração ventricular) mais largo (pré-excitação ventricular). A causa da síndrome de Wolff-Parkinson-White é congênita, ou seja, alteração presente desde o nascimento ou intra-útero.
Quais os sintomas da síndrome de Wolff-Parkinson-White?

As manifestações da síndrome de Wolff-Parkinson-White podem iniciar-se em qualquer fase da vida, geralmente dos 10 aos 50 anos.

Os principais sintomas são: palpitações, tonteira, falta de ar, dor no peito e, muito raramente, morte súbita. Algumas pessoas não apresentam quaisquer sintomas.
As manifestações da síndrome de Wolff-Parkinson-White podem iniciar-se em qualquer fase da vida, geralmente dos 10 aos 50 anos.
Os principais sintomas são: palpitações, tonteira, falta de ar, dor no peito e, muito raramente, morte súbita. Algumas pessoas não apresentam quaisquer sintomas.
Como diagnosticar a síndrome de Wolff-Parkinson-White?

A síndrome de Wolff-Parkinson-White é diagnosticada através de alguns exames como:
• Eletrocardiograma (ECG)
• Holter de 24 horas
• Teste ergométrico
• Estudo eletrofisiológico
A síndrome de Wolff-Parkinson-White é diagnosticada através de alguns exames como:
• Eletrocardiograma (ECG)
• Holter de 24 horas
• Teste ergométrico
• Estudo eletrofisiológico
Como tratar a síndrome de Wolff-Parkinson-White?

O tratamento da síndrome de Wolff-Parkinson-White depende do tipo de arritmia e os sintomas associados.
• Medicações: várias drogas podem ser utilizadas para o tratamento das arritmias relacionadas à síndrome de Wolff-Parkinson-White. Entre elas estão: propafenona (Ritmonorm®), amiodarona (Ancoron®), sotalol (Sotocor®). Algumas medicações não podem ser utilizadas: beta-bloqueadores (propranolol, metoprolol) ou bloqueadores do canal de cálcio (verapamil, diltiazem).
• Ablação: é um método de tratamento que utiliza cateteres para cauterizar, com energia de radiofreqüência, a via elétrica extra. Ë o método de tratamento de escolha para esses pacientes.
O tratamento da síndrome de Wolff-Parkinson-White depende do tipo de arritmia e os sintomas associados.
• Medicações: várias drogas podem ser utilizadas para o tratamento das arritmias relacionadas à síndrome de Wolff-Parkinson-White. Entre elas estão: propafenona (Ritmonorm®), amiodarona (Ancoron®), sotalol (Sotocor®). Algumas medicações não podem ser utilizadas: beta-bloqueadores (propranolol, metoprolol) ou bloqueadores do canal de cálcio (verapamil, diltiazem).
• Ablação: é um método de tratamento que utiliza cateteres para cauterizar, com energia de radiofreqüência, a via elétrica extra. Ë o método de tratamento de escolha para esses pacientes.
Portadores da síndrome de Wolff-Parkinson-White têm alguma restrição?

Os pacientes portadores da síndrome de Wolff-Parkinson-White não podem exercer atividades físicas competitivas (futebol, vôlei, basquete) nem esportes radicais (mergulho, escalada, asa-delta).

Esses pacientes também não podem exercer profissões de risco (piloto, motorista, operador de máquinas pesadas).

Após ablação não há qualquer restrição para atividade física e qualquer profissão poderá ser exercida.
Os pacientes portadores da síndrome de Wolff-Parkinson-White não podem exercer atividades físicas competitivas (futebol, vôlei, basquete) nem esportes radicais (mergulho, escalada, asa-delta).
Esses pacientes também não podem exercer profissões de risco (piloto, motorista, operador de máquinas pesadas).
Após ablação não há qualquer restrição para atividade física e qualquer profissão poderá ser exercida.
fonte: site Arritmia Cardíaca
quinta-feira, 1 de março de 2012
Bronzeamento saudável
Pesquisa afirma que a ingestão de alimentos ricos em caroteno confere à pele um tom mais saudável e atraente do que o obtido pela exposição solar.
Se o seu objetivo neste verão for adquirir um tom de pele saudável e ao mesmo tempo atraente, a melhor opção é escapar do sol e caprichar na ingestão de alimentos como manga, mamão, cenoura, tomate e caqui. Esta é a conclusão de uma pesquisa realizada na Universidade de Nottingham, no Reino Unido. Os cientistas constataram que a tonalidade que mais chama a atenção das pessoas – pelo aspecto de saúde e também pela beleza – é a derivada de uma dieta rica em alimentos de coloração alaranjada ou verde escura e não aquela resultante da exposição ao sol. “A maioria das pessoas pensa que o melhor jeito de melhorar a cor da pele é se bronzear ao sol, mas descobrimos que adotar este cardápio é mais efetivo”, disse Ian Stephen, coordenador do trabalho.
O resultado foi baseado em uma pesquisa realizada com 82 voluntários. Na primeira fase, foram identificados os participantes que mais consumiam alimentos ricos em caroteno, pigmento de coloração amarelada, e aqueles que se submetiam a banhos de sol com frequência. Os integrantes do primeiro grupo apresentaram um tom de pele mais saudável. Depois, outros voluntários apontaram, em imagens manipuladas, os rostos com a tonalidade de pele que consideravam mais atraente. Novamente, venceram as faces cujos tons representavam os efeitos do caroteno.
Diferentemente da melanina, o pigmento que dá o tom natural da pele de cada pessoa, o caroteno não é fabricado pelo corpo. Ele é obtido pela ingestão de alimentos nos quais está presente. “Ele se deposita na pele e confere a ela a tonalidade amarelada”, diz a dermatologista Luciana Conrado. Na lista de outras boas opções estão verduras, como espinafre, brócolis e agrião, e o tomate, rico em licopeno. “Ele também protege as células da pele contra os danos do sol”, diz a dermatologista Thais Pepe.
Os especialistas recomendam a ingestão diária de alimentos desse tipo. “Segundo os estudos mais recentes, o bronzeamento ocorre com o consumo de 15 mg a 30 mg por dia de betacaroteno”, explica o dermatologista Alexandre Filippo. Em cada 100 gramas de cenouras, há 6,6 mg do pigmento. Nos agriões, a concentração é de 5,6 mg e no espinafre, 4,9 mg.
O resultado foi baseado em uma pesquisa realizada com 82 voluntários. Na primeira fase, foram identificados os participantes que mais consumiam alimentos ricos em caroteno, pigmento de coloração amarelada, e aqueles que se submetiam a banhos de sol com frequência. Os integrantes do primeiro grupo apresentaram um tom de pele mais saudável. Depois, outros voluntários apontaram, em imagens manipuladas, os rostos com a tonalidade de pele que consideravam mais atraente. Novamente, venceram as faces cujos tons representavam os efeitos do caroteno.
Diferentemente da melanina, o pigmento que dá o tom natural da pele de cada pessoa, o caroteno não é fabricado pelo corpo. Ele é obtido pela ingestão de alimentos nos quais está presente. “Ele se deposita na pele e confere a ela a tonalidade amarelada”, diz a dermatologista Luciana Conrado. Na lista de outras boas opções estão verduras, como espinafre, brócolis e agrião, e o tomate, rico em licopeno. “Ele também protege as células da pele contra os danos do sol”, diz a dermatologista Thais Pepe.
Os especialistas recomendam a ingestão diária de alimentos desse tipo. “Segundo os estudos mais recentes, o bronzeamento ocorre com o consumo de 15 mg a 30 mg por dia de betacaroteno”, explica o dermatologista Alexandre Filippo. Em cada 100 gramas de cenouras, há 6,6 mg do pigmento. Nos agriões, a concentração é de 5,6 mg e no espinafre, 4,9 mg.
Esta informação é extremamente importante e saudável, principalmente àqueles que têm na família história de câncer de pele ou pele extremamente clara.
fonte: revista Isto É, edição 2197
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
Cultivo de hortas em pequenos espaços
A cada quinze dias me reuno com um grupo de tratamento de obesidade e as desculpas para o consumo reduzido de vegetais são sempre as mesmas:
- Os vegetais hoje em dia têm muito agrotóxico!
- Ganho salário, não tenho dinheiro o mês todo para comprar frutas e legumes!
- Compro frutas mas tenho que escolher se eu como ou meus filhos!
E assim por diante...
Sempre argumento que existem várias possibilidades de cultivar vegetais em casa, e aí novas desculpas aparecem:
- Meu quintal é pequeno!
- Meu quintal é todo cimentado!
- Não tenho quintal, moro em apartamento!
Encontrei algumas idéias muitíssimo criativa na rede social e resolvi reproduzir aqui. Fica a dica!!!
Clique nas fotos para amplia-las!
- Os vegetais hoje em dia têm muito agrotóxico!
- Ganho salário, não tenho dinheiro o mês todo para comprar frutas e legumes!
- Compro frutas mas tenho que escolher se eu como ou meus filhos!
E assim por diante...
Sempre argumento que existem várias possibilidades de cultivar vegetais em casa, e aí novas desculpas aparecem:
- Meu quintal é pequeno!
- Meu quintal é todo cimentado!
- Não tenho quintal, moro em apartamento!
Encontrei algumas idéias muitíssimo criativa na rede social e resolvi reproduzir aqui. Fica a dica!!!
Clique nas fotos para amplia-las!
Fonte: novos rurais - farming culture - Facebook
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