Queridos visitantes,
Este blog está direcionado a informação sobre problemas ambientais e de saúde. Recebo muitos posts pedindo ajuda mas infelizmente não é possíve realizar "consultas virtuais". Mandem suas dúvidas mas não me peçam orientação de tratamento. Tentarei ajudar até o limite da ética. Obrigada
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quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Pesquisa revela preconceito com portadores de Psoríase
Pesquisa inédita feita em oito capitais revela o quanto a psoríase, uma doença que atinge 3% da população, ainda é cercada pelo medo e desconhecimento. Pessoas entrevistadas não hesitam em afirmar que evitariam contratar, frequentar a mesma piscina e até mesmo serem vistas na companhia de alguém com a doença. "Mais do que dificuldades para tratamento, pacientes se queixam de segregação", conta a chefe do serviço de dermatologia da Pontifícia Universidade Católica de Campinas, a dermatologista Lúcia Arruda.
Feita pelo Ibope a pedido do laboratório Janssen-Cilag, a pesquisa apresentou aos entrevistados fotos de pacientes tanto com a forma leve quanto com a forma grave da psoríase. As reações eram de pena, tristeza e nojo, mesmo diante das imagens da doença no estágio mais ameno. O desejo de ficar longe de pacientes com a doença ficou evidente, principalmente entre homens. Das 602 pessoas entrevistadas, 83% disseram que não namorariam ou não manteriam relações sexuais com portadores de psoríase e 67% não levariam os filhos em pediatras com a doença.
Outros 63% disseram que não contratariam um portador de psoríase para um cargo de gerência. Os porcentuais foram encontrados quando entrevistados estavam diante de fotos da forma mais leve da doença. Em fotos de pacientes com estágio mais adiantado, a resistência encontrada foi maior. Confundida no passado com hanseníase, a psoríase está longe de ser contagiosa. As manchas vermelhas, que muitas vezes descamam, encontradas em várias partes do corpo, são provocadas por processo inflamatório.
"Vários fatores podem desencadear o problema: características hereditárias, reações a medicamentos, doenças respiratórias e até traumas emocionais", diz Lúcia. Quando o processo é disparado, células do sistema imunológico, as células T, passam a se replicar e a se diferenciar, levando a uma produção exagerada de citocinas, substâncias ligadas ao processo inflamatório. "Mesmo passado o estímulo, o organismo acaba guardando a memória dessa reação exagerada. Uma nova crise poderá vir, tão logo o paciente seja exposto a um fator desencadeante", afirma a professora.
O preconceito acaba se tornando mais um inimigo para essas pessoas. "Cria-se um círculo vicioso: o paciente que está num período de crise da doença nota a repulsa, o que aumenta o estresse e a dificuldade de o processo inflamatório ser debelado." Lúcia está convicta de que, para melhorar o problema, é preciso campanhas de esclarecimento. "As pessoas precisam ter em mente que a doença é controlável, acolher o paciente. Quanto mais bem aceito o portador se sentir, melhores as chances de uma crise não retornar."
Ela cita o caso de um cobrador de ônibus que muitas vezes apresenta a doença nas mãos. "As pessoas se recusam a receber o bilhete que ele entrega. Imagine o estresse diário." Algumas vezes, o funcionário pede para ser afastado. "Ele não tem incapacidade física, mas o sofrimento causado pela repulsa das pessoas é tão grande que ele prefere ficar longe do trabalho por um período. Quando a crise melhora, ele mesmo pede para voltar ao trabalho." Segundo dados do Consenso Brasileiro de Psoríase, até 60% dos pacientes com a doença sofrem de depressão.
"Esses índices mostram o quanto os pacientes com psoríase sofrem com o estigma provocado pela doença. Por desconhecimento da população, essas pessoas são vítimas de preconceito.", avalia Lúcia Arruda. O tratamento da psoríase é feito com uma série de medicamentos e técnicas, que variam de acordo com a resposta do paciente. "Muitas vezes fototerapia traz um bom resultado; outras vezes, pomadas. Em casos mais avançados, é preciso usar remédios que atuam no sistema imunológico. Os mais modernos são os biológicos. Mas todos têm de ser usado com bastante critério", completa Lúcia.
fonte: site Sociedade Brasileira de Dermatologia
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Psoríase com mais detalhes
A primeira coisa a saber é que você não é a única pessoa a ser atingida por esta doença. Assim como você, 190 milhões de pessoas em todo o mundo.
A psoríase é uma doença bastante comum: afeta de 1 a 3% da população mundial (cerca de 190 milhões de pessoas). Manifesta-se em homens e mulheres de todas as idades, inclusive em crianças.
Dia 29 de Outubro é o Dia Nacional de Combate à Psoríase.
Dicas para conviver melhor com a psoríase:
1) Elimine qualquer preconceito: a psoríase não é contagiosa - Ninguém pega psoríase pelo ar, piscina, toalhas, no ato sexual ou ao manter qualquer outra forma de contato com a pele.
Se você apresenta a doença, lembre-se: não há motivo para constrangimentos.
Por isso, é importante que as pessoas não tenham nenhum tipo de preconceito ao relacionar-se com um portador de psoríase.
2) Não deixe que a psoríase limite a sua vida - a doença não deve impedir seu lazer, atividades sociais, exercícios físicos, viagens, alimentação, vida profissional, familiar e espiritual. Este é o objetivo do tratamento: proporcionar a retomada de todas as atividades normais de sua vida, de forma saudável. Sua qualidade de vida é a principal meta do tratamento proposto pelo dermatologista. Por isso o tratamento não pode ser tão sacrificante, que faça a pessoa lembrar o tempo todo que tem psoríase.
3) Anime-se: a ciência tem avançado bastante em relação à psoríase - Nos últimos 10 anos as pesquisas científicas em psoríase ganharam um grande impulso. Começou-se a entender mais sobre os mecanismos celulares, moleculares e genéticos da doença. Grandes laboratórios farmacêuticos têm investido para desenvolver remédios que atuam nas diversas fases do processo imunológico.
A importância de consultar um dermatologista
O diagnóstico e o tratamento serão corretos. Se você suspeita ter psoríase, procure um dermatologista. Ele é o melhor médico para cuidar de você: conhece bem a doença, e os melhores tratamentos para que você tenha a vida mais saudável. Ele vai ajudá-lo diminuindo a quantidade e a duração de cada crise. Isto significa que você pode aproveitar melhor a sua vida social.
A psoríase pode ser confundida com outras doenças de pele Muitas doenças podem se parecer com a psoríase, como micoses, alergias e cânceres de pele. Além disso, a psoríase pode se manifestar de formas diferentes, como pontos de pus, coceiras, descamações, espessamento da pele dos pés, alterações nas unhas, nos cabelos, dor nas juntas, entre outras.Estas diferenças podem ser sutis e somente o dermatologista é capaz de identificá-las e oferecer-lhe o melhor tratamento.
Confie no seu dermatologista Antes de mais nada, confie no seu dermatologista. Não tenha vergonha: tire todas as suas dúvidas. O dermatologista vai ouvi-lo atentamente, sem pressa ou preconceitos.
Sinta-se à vontade para conversar sobre os desconfortos que a doença causa e como ela afeta a sua vida profissional, familiar e social. Todas as informações são importantes.É através delas que o dermatologista poderá planejar o melhor tratamento, considerando o tipo de psoríase, sua gravidade, seu estilo de vida e outros problemas de saúde.
Não use medicamentos por conta própria. O dermatologista avaliará qual remédio é mais adequado ao seu tipo de psoríase, levando em consideração o seu estilo de vida e os possíveis efeitos colaterais de cada medicamento.
No Brasil, existem algumas associações e grupos de apoio aos pacientes com Psoríase:
Você pode e deve levar uma vida normal. Encarar a doença de frente, procurar a ajuda de um dermatologista e fazer o tratamento corretamente.
Nós da comunidade Psoríase on-line apoiamos e parabenizamos essas pessoas que assim como você procuram vencer o preconceito e viver bem!
Conheça algumas dessas associações, participe, junte-se a elas, crie uma associação!
Converse com seu dermatologista, ele com certeza o apoiará nessa iniciativa!
Mitos e verdades A informação correta é a melhor forma de esclarecer os mitos sobre as doenças.
Por isso, é importante que as pessoas não tenham nenhum tipo de preconceito ao relacionar-se com um portador de psoríase.
A remissão da doença pode durar dias, meses, anos ou mesmo toda a vida. Tem-se então a impressão de cura, apesar da psoríase ser uma doença crônica.
Mas cuidado: queimaduras solares podem piorar a doença. Use um protetor solar adequado ao seu tipo de pele, e evite tomar sol entre 10:00h e 15:00h.
Cuidado com remédios a base de cortisona injetáveis ou tomados via oral. Eles provocam melhora imediata da psoríase, mas causam grande piora posterior.
Existem estudos mostrando que indivíduos obesos tendem a apresentar mais psoríase que os magros. Portanto, procure manter o peso ideal.
Faça exercícios físicos e procure evitar ao máximo situações e hábitos estressantes.
Não esqueça: repouso e lazer são muito importantes.
Links interessantes:
http://www.psoriaseonline.com.br/pc/dermatologia/psoriase/web/default.asp
http://www.psoriasis.org/home/
http://www.sbd.org.br
A psoríase é uma doença bastante comum: afeta de 1 a 3% da população mundial (cerca de 190 milhões de pessoas). Manifesta-se em homens e mulheres de todas as idades, inclusive em crianças.
Dia 29 de Outubro é o Dia Nacional de Combate à Psoríase.
Dicas para conviver melhor com a psoríase:
1) Elimine qualquer preconceito: a psoríase não é contagiosa - Ninguém pega psoríase pelo ar, piscina, toalhas, no ato sexual ou ao manter qualquer outra forma de contato com a pele.
Se você apresenta a doença, lembre-se: não há motivo para constrangimentos.
Por isso, é importante que as pessoas não tenham nenhum tipo de preconceito ao relacionar-se com um portador de psoríase.
2) Não deixe que a psoríase limite a sua vida - a doença não deve impedir seu lazer, atividades sociais, exercícios físicos, viagens, alimentação, vida profissional, familiar e espiritual. Este é o objetivo do tratamento: proporcionar a retomada de todas as atividades normais de sua vida, de forma saudável. Sua qualidade de vida é a principal meta do tratamento proposto pelo dermatologista. Por isso o tratamento não pode ser tão sacrificante, que faça a pessoa lembrar o tempo todo que tem psoríase.
3) Anime-se: a ciência tem avançado bastante em relação à psoríase - Nos últimos 10 anos as pesquisas científicas em psoríase ganharam um grande impulso. Começou-se a entender mais sobre os mecanismos celulares, moleculares e genéticos da doença. Grandes laboratórios farmacêuticos têm investido para desenvolver remédios que atuam nas diversas fases do processo imunológico.
A importância de consultar um dermatologista
O diagnóstico e o tratamento serão corretos. Se você suspeita ter psoríase, procure um dermatologista. Ele é o melhor médico para cuidar de você: conhece bem a doença, e os melhores tratamentos para que você tenha a vida mais saudável. Ele vai ajudá-lo diminuindo a quantidade e a duração de cada crise. Isto significa que você pode aproveitar melhor a sua vida social.
A psoríase pode ser confundida com outras doenças de pele Muitas doenças podem se parecer com a psoríase, como micoses, alergias e cânceres de pele. Além disso, a psoríase pode se manifestar de formas diferentes, como pontos de pus, coceiras, descamações, espessamento da pele dos pés, alterações nas unhas, nos cabelos, dor nas juntas, entre outras.Estas diferenças podem ser sutis e somente o dermatologista é capaz de identificá-las e oferecer-lhe o melhor tratamento.
Nem sempre a manifestação das lesões será igual Às vezes, aparecem novas lesões, diferentes daquelas que você tinha. Mesmo que sejam discretas, elas não devem ser ignoradas. Retorne ao dermatologista: é mais fácil controlar as alterações na pele quando estão no início.
As fases da melhora precisam ser acompanhadas A psoríase é uma doença crônica (que permanece por muito tempo), como diabetes e pressão alta. Se as lesões desapareceram, estão sob controle. Mas elas podem voltar a aparecer. A psoríase é uma doença de causa genética. Quando adequadamente controlada, tem menor chance de reaparecimento.Confie no seu dermatologista Antes de mais nada, confie no seu dermatologista. Não tenha vergonha: tire todas as suas dúvidas. O dermatologista vai ouvi-lo atentamente, sem pressa ou preconceitos.
Sinta-se à vontade para conversar sobre os desconfortos que a doença causa e como ela afeta a sua vida profissional, familiar e social. Todas as informações são importantes.É através delas que o dermatologista poderá planejar o melhor tratamento, considerando o tipo de psoríase, sua gravidade, seu estilo de vida e outros problemas de saúde.
Não use medicamentos por conta própria. O dermatologista avaliará qual remédio é mais adequado ao seu tipo de psoríase, levando em consideração o seu estilo de vida e os possíveis efeitos colaterais de cada medicamento.
No Brasil, existem algumas associações e grupos de apoio aos pacientes com Psoríase:
Associações de pacientes
Pessoas com psoríase se unem e formam associações de pacientes, com o objetivo de trocar informações sobre como conviver melhor com a doença, compartilhar suas experiências e incentivar uns aos outros com as vitórias alcançadas.Você pode e deve levar uma vida normal. Encarar a doença de frente, procurar a ajuda de um dermatologista e fazer o tratamento corretamente.
Nós da comunidade Psoríase on-line apoiamos e parabenizamos essas pessoas que assim como você procuram vencer o preconceito e viver bem!
Conheça algumas dessas associações, participe, junte-se a elas, crie uma associação!
Converse com seu dermatologista, ele com certeza o apoiará nessa iniciativa!
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Elimine qualquer preconceito: a psoríase não é contagiosa
Ninguém pega psoríase pelo ar, piscina, toalhas, no ato sexual ou ao manter qualquer outra forma de contato com a pele. Se você apresenta a doença, lembre-se: não há motivo para constrangimentos. Por isso, é importante que as pessoas não tenham nenhum tipo de preconceito ao relacionar-se com um portador de psoríase.
É uma doença genética
A psoríase acontece devido a um erro na programação genética da pessoa. Ou seja, nasce com o seu portador, podendo se manifestar externamente em qualquer fase da vida.Pode ser transmitida de pai para filho
Uma das características da psoríase é sua hereditariedade. Assim, existem famílias em que a psoríase é muito comum entre irmãos, primos, pais e filhos, etc. Em outras famílias, a doença simplesmente não aparece.É uma doença crônica, com fases de melhora e outras de piora
Os tratamentos diminuem as lesões nos momentos de piora e mantêm o paciente o máximo de tempo possível sem lesões na pele (é o que se chama de remissão). A remissão da doença pode durar dias, meses, anos ou mesmo toda a vida. Tem-se então a impressão de cura, apesar da psoríase ser uma doença crônica.
Tomar banho de sol melhora as lesões
80 % dos portadores de psoríase apresentam melhora nas lesões após tomar banhos de sol. Portanto, é importante freqüentar praias, balneários ou qualquer outro local que permita exposição ao sol. Mas cuidado: queimaduras solares podem piorar a doença. Use um protetor solar adequado ao seu tipo de pele, e evite tomar sol entre 10:00h e 15:00h.
Vale a pena usar hidratantes
Todos os pacientes portadores de psoríase se beneficiam com a utilização de hidratantes potentes nas áreas lesadas. Eles melhoram a descamação e evitam as rachaduras.Estresse e outros fatores externos pode desencadear a doença
Não se conhece com detalhes os processos que desencadeiam a doença em pessoas saudáveis. O que se sabe é que a psoríase pode ser precipitada por fatores externos, como infecções, traumatismos, uso de medicamentos, estresse físico ou psicológico.Alguns medicamentos:
Existem remédios que podem levar ao surgimento ou piora das lesões. Entre eles, estão alguns medicamentos especiais para tratar a pressão arterial, problemas psiquiátricos, malária e hepatite. Cuidado com remédios a base de cortisona injetáveis ou tomados via oral. Eles provocam melhora imediata da psoríase, mas causam grande piora posterior.
Álcool e cigarro pioram a doença
Pioram ou até mesmo desencadeiam a psoríase.Não há restrição de alimentação
Lembre-se: sempre é recomendável uma dieta balanceada, rica em frutas, legumes e verduras. Isso ajuda na recuperação. Não há restrições na alimentação do portador de psoríase. Mas, fique atento: alimentos ricos em gordura interferem na absorção de alguns medicamentos usados no tratamento das lesões.Existem estudos mostrando que indivíduos obesos tendem a apresentar mais psoríase que os magros. Portanto, procure manter o peso ideal.
Faça exercícios físicos e procure evitar ao máximo situações e hábitos estressantes.
Não esqueça: repouso e lazer são muito importantes.
Tratamentos alternativos sem comprovação científica não garantem resultados
Médicos ou outros profissionais podem oferecer tratamentos alternativos para a psoríase. É certo que estes tratamentos têm bons efeitos psicológicos sobre as pessoas, podendo produzir um alívio temporário. Porém, muitos deles não são comprovados cientificamente.Vale a pena trocar experiências com outros portadores de psoríase
Existem associações que permitem a reunião de portadores de psoríase. Durante os encontros, você pode aprender como viver com mais qualidade e resolver problemas decorrentes da doença.Links interessantes:
http://www.psoriaseonline.com.br/pc/dermatologia/psoriase/web/default.asp
http://www.psoriasis.org/home/
http://www.sbd.org.br
| fonte: Site Psoríase online | |||
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Como tratar Psoríase?
Um dos grandes problemas da psoríase é a questão estética , porque é raro o comprometimento de outros órgãos, mas há um grande efeito psicológico de diminuição do amor-próprio que traz conseqüências para a vida dos portadores da doença, podendo prejudicar seus relacionamentos interpessoais. Sendo assim, o controle da psoríase ajuda bastante no dia-a-dia do paciente. O fator emocional, iclusive, pode acarretar na piora das lesões.
O tratamento da psoríase deve considerar a gravidade das lesões, sua extensão, localização e impacto na qualidade de vida do paciente. Tem como obejetivo melhor das lesões na maior parte do tempo, já que sabemos que a psoríase não tem cura. É importante lembrar que 75% a 80% dos pacientes apresentam formas leves e moderadas de psoríase, que podem ser controladas com tratamentos locais, feitos com a utilização de pomadas, loções, xampus, géis e sprays à base de corticosteróides, coaltar, antralina, calcipotriol, tazaroteno e piritionato de zinco, e outros, desde que bem indicados e usados com supervisão médica.
Hoje existem vários medicamentos para o tratamento da psoríase, mas normalmente estas opções são alternadas para proporcionar o controle mais adequado da doença (esquema rotacional).Como a psoríase é crônica, a pele desenvolve um mecanismo chamado taquifilaxia, é como se a pele se acostumasse com o tratamento e passasse a não responder mais à medicação. Por isso fazemos o rodízio de medicamentos durante o manejo terapêutico.
Para os casos mais graves ou psoríases extensas geralmente são utilizadas medicações tópicas e sistêmicas. As opções de medicamentos de uso interno são: acitretina, ciclosporina e metotrexato, todos exigindo supervisão médica e exames laboratoriais seriados para o controle de possíveis efeitos colaterais. Os benefícios com a medicação oral tem que ser maior que os riscos de ter um efeito colateral.
Em alguns casos podemos associar fototerapia (duas ou três vezes por semana) ou laser (como o dye laser para formas localizadas resistentes).
Foi aprovado pelo FDA (órgão americano de controle de medicamentos), o uso do Pulsed Dye Laser, para o tratamento da psoríase.
A finalidade do tratamento é a destruição de pequenos vasos sanguíneos que se encontram dilatados e proliferados na pele afetada pela doença, resultando no clareamento das placas de psoríase. A pele normal não é lesada e não ocorrem efeitos colaterais no organismo.
Para realizar o tratamento, as lesões devem ser antigas e estarem afinadas pelo uso de medicação local antes da aplicação do laser, que deve ser calibrado de acordo com o tipo de lesão. A aplicação dura apenas poucos segundos. Deve ocorrer a formação de mancha roxa transitória e pode haver a formação de bolhas e crostas no local, além de ardência e mancha escura temporária.
Os estudos recentes indicam uma média de 5 tratamentos, com intervalos de 4 a 6 semanas, não sendo necessário nenhum outro tratamento posterior ao laser. Desta forma, a duração média da remissão das lesões fica em torno de 15 meses. Um dos estudos obteve um clareamento de 90 a 100% em 43% dos pacientes tratados, sendo que a melhora está relacionada com o número de tratamentos recebidos. Em 26% dos pacientes, o clareamento foi de 70 a 90%.
Os resultados mostram-se promissores, fornecendo mais uma arma no controle da doença.
A fototerapia é utilizada para tratar uma grande variedade de dermatoses. Desde o século passado a fototerapia tem sido utilizada em várias modalidades, com irradiação ultravioleta (UVA ou UVB). Está indicada para todos os tipo de dermatoses inflamatórias e com período crônico de evolução, demonstrando bons resultados terapêuticos. Pode ser utilizada como monoterapia ou associada a outras drogas, como retinóides, metotrexate, ciclosporina, com objetivo de diminuir o tempo de tratamento e as doses das medicações mencionadas.
Assim como qualquer outra modalidade terapêutica a fototerapia apresenta limitações, como o equipamento necessário, a disponibilidade do paciente em aderir ao tratamento e considerações clínicas como a dose cumulativa total dos raios UV e suas conseqüências. A fototerapia demanda alguns cuidados e acompanhamento criterioso para que se tenha a resposta terapêutica efetiva e não apresente efeitos indesejados que eventualmente possam ocorrer.
A fototerapia também pode ser feita com o sol (PUVA-sol), porém a diferença é que nesta modalidade não temos como graduar a radiação, exigindo um atenção maior por parte do dermatologista e do paciente. Também apresenta bons resultados.
Um dos fatores de piora da psoríase são estresse e falta de exposição aos raios ultravioletas, por isso quando estes pacientes vão num passeio à praia a psoríase "milagrosamente" parece melhorar ou sumir. Neste momento, além de diminuir o grau de estresse, está acontecendo a "fototerapia", por isso então ocorre a melhora. Ao contrário, no inverno, as pessoas tendem a usar roupas mais cobertas e ficar em ambientes mais fechados, diminuindo desta forma a exposição aos raios do sol, havendo piora das lesões.
Em todas as situações, é muito importante o uso diário de hidratantes e substâncias que ajudem a manter a pele com menos escamas (como óleo mineral, vaselina salicilada).
Existe a possibilidade do tratamento com agentes biológicos para os casos graves da doença, que não são controlados com outra classe de medicamentos.
As terapias biológicas são tratamentos imunológicos que são frequentemente produzidos por engenharia genética. Actuam nos linfócitos T, que são o principal tipo de células que causa a inflamação na psoríase. Algumas terapias biológicas inibem a activação dos linfócitos. Outras previnem as substâncias que estas produzem a partir da sua libertação. Existem ainda outras que reduzem o número de linfócitos T. Independentemente do processo que está envolvido, estes fármacos têm sempre como alvo os linfócitos T ou uma acção combinada entre os linfócitos T e as células imunocompetentes (células de Langherans).
Os dermatologistas prescrevem já há vários anos os fármacos imunossupressores ciclosporina e metotrexato. No entanto, contrariamente a estes medicamentos, as novas terapias biológicas apenas têm como alvo as partes específicas do sistema imunitário que estão envolvidas na psoríase. Estes agentes biológicos são proteínas de fusão, proteínas recombinantes ou anticorpos monoclonais. Estão presentemente a ser levado a cabo estudos clínicos com vários medicamentos, sendo que alguns (utilizados no tratamento da artrite psoriásica) já foram autorizados.
pontos chave:
O tratamento da psoríase deve considerar a gravidade das lesões, sua extensão, localização e impacto na qualidade de vida do paciente. Tem como obejetivo melhor das lesões na maior parte do tempo, já que sabemos que a psoríase não tem cura. É importante lembrar que 75% a 80% dos pacientes apresentam formas leves e moderadas de psoríase, que podem ser controladas com tratamentos locais, feitos com a utilização de pomadas, loções, xampus, géis e sprays à base de corticosteróides, coaltar, antralina, calcipotriol, tazaroteno e piritionato de zinco, e outros, desde que bem indicados e usados com supervisão médica.
Hoje existem vários medicamentos para o tratamento da psoríase, mas normalmente estas opções são alternadas para proporcionar o controle mais adequado da doença (esquema rotacional).Como a psoríase é crônica, a pele desenvolve um mecanismo chamado taquifilaxia, é como se a pele se acostumasse com o tratamento e passasse a não responder mais à medicação. Por isso fazemos o rodízio de medicamentos durante o manejo terapêutico.
Para os casos mais graves ou psoríases extensas geralmente são utilizadas medicações tópicas e sistêmicas. As opções de medicamentos de uso interno são: acitretina, ciclosporina e metotrexato, todos exigindo supervisão médica e exames laboratoriais seriados para o controle de possíveis efeitos colaterais. Os benefícios com a medicação oral tem que ser maior que os riscos de ter um efeito colateral.
Em alguns casos podemos associar fototerapia (duas ou três vezes por semana) ou laser (como o dye laser para formas localizadas resistentes).
Foi aprovado pelo FDA (órgão americano de controle de medicamentos), o uso do Pulsed Dye Laser, para o tratamento da psoríase.
A finalidade do tratamento é a destruição de pequenos vasos sanguíneos que se encontram dilatados e proliferados na pele afetada pela doença, resultando no clareamento das placas de psoríase. A pele normal não é lesada e não ocorrem efeitos colaterais no organismo.
Para realizar o tratamento, as lesões devem ser antigas e estarem afinadas pelo uso de medicação local antes da aplicação do laser, que deve ser calibrado de acordo com o tipo de lesão. A aplicação dura apenas poucos segundos. Deve ocorrer a formação de mancha roxa transitória e pode haver a formação de bolhas e crostas no local, além de ardência e mancha escura temporária.
Os estudos recentes indicam uma média de 5 tratamentos, com intervalos de 4 a 6 semanas, não sendo necessário nenhum outro tratamento posterior ao laser. Desta forma, a duração média da remissão das lesões fica em torno de 15 meses. Um dos estudos obteve um clareamento de 90 a 100% em 43% dos pacientes tratados, sendo que a melhora está relacionada com o número de tratamentos recebidos. Em 26% dos pacientes, o clareamento foi de 70 a 90%.
Os resultados mostram-se promissores, fornecendo mais uma arma no controle da doença.
A fototerapia é utilizada para tratar uma grande variedade de dermatoses. Desde o século passado a fototerapia tem sido utilizada em várias modalidades, com irradiação ultravioleta (UVA ou UVB). Está indicada para todos os tipo de dermatoses inflamatórias e com período crônico de evolução, demonstrando bons resultados terapêuticos. Pode ser utilizada como monoterapia ou associada a outras drogas, como retinóides, metotrexate, ciclosporina, com objetivo de diminuir o tempo de tratamento e as doses das medicações mencionadas.
Assim como qualquer outra modalidade terapêutica a fototerapia apresenta limitações, como o equipamento necessário, a disponibilidade do paciente em aderir ao tratamento e considerações clínicas como a dose cumulativa total dos raios UV e suas conseqüências. A fototerapia demanda alguns cuidados e acompanhamento criterioso para que se tenha a resposta terapêutica efetiva e não apresente efeitos indesejados que eventualmente possam ocorrer.
A fototerapia também pode ser feita com o sol (PUVA-sol), porém a diferença é que nesta modalidade não temos como graduar a radiação, exigindo um atenção maior por parte do dermatologista e do paciente. Também apresenta bons resultados.
Um dos fatores de piora da psoríase são estresse e falta de exposição aos raios ultravioletas, por isso quando estes pacientes vão num passeio à praia a psoríase "milagrosamente" parece melhorar ou sumir. Neste momento, além de diminuir o grau de estresse, está acontecendo a "fototerapia", por isso então ocorre a melhora. Ao contrário, no inverno, as pessoas tendem a usar roupas mais cobertas e ficar em ambientes mais fechados, diminuindo desta forma a exposição aos raios do sol, havendo piora das lesões.
Em todas as situações, é muito importante o uso diário de hidratantes e substâncias que ajudem a manter a pele com menos escamas (como óleo mineral, vaselina salicilada).
Existe a possibilidade do tratamento com agentes biológicos para os casos graves da doença, que não são controlados com outra classe de medicamentos.
As terapias biológicas são tratamentos imunológicos que são frequentemente produzidos por engenharia genética. Actuam nos linfócitos T, que são o principal tipo de células que causa a inflamação na psoríase. Algumas terapias biológicas inibem a activação dos linfócitos. Outras previnem as substâncias que estas produzem a partir da sua libertação. Existem ainda outras que reduzem o número de linfócitos T. Independentemente do processo que está envolvido, estes fármacos têm sempre como alvo os linfócitos T ou uma acção combinada entre os linfócitos T e as células imunocompetentes (células de Langherans).
Os dermatologistas prescrevem já há vários anos os fármacos imunossupressores ciclosporina e metotrexato. No entanto, contrariamente a estes medicamentos, as novas terapias biológicas apenas têm como alvo as partes específicas do sistema imunitário que estão envolvidas na psoríase. Estes agentes biológicos são proteínas de fusão, proteínas recombinantes ou anticorpos monoclonais. Estão presentemente a ser levado a cabo estudos clínicos com vários medicamentos, sendo que alguns (utilizados no tratamento da artrite psoriásica) já foram autorizados.
pontos chave:
- As terapias biológicas são utilizadas para tratar doentes com psoríase moderada a grave e/ou artrite psoriásica que não tenham respondido a outros tratamentos.
- Têm que ser administradas por injecção ou perfusão.
- São eficazes em muitos doentes, mas a resposta ao tratamento varia (aproximadamente 30% não responde).
- Os efeitos secundários a curto prazo são geralmente menores, apesar de poderem ocorrer reacções do tipo alérgico no local da injecção.
- A segurança a longo prazo ainda está a ser avaliada.
- Os tratamentos biológicos têm por alvo os linfócitos T ou têm uma acção combinada entre os linfócitos T e as células imunocompetentes.
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Dia 29 de outubro - Dia Mundial da Psoríase
A campanha Dia Mundial da Psoríase - Sociedade Brasileira de Dermatologia tem como objetivo desenvolver ações que visem uma melhoria da qualidade de vida dos doentes, através do esclarecimento da sociedade civil. Desse modo, a SBD elaborou ações de conscientização voltadas para comunidade e a mídia, elucidando, entre outras questões, como identificar a doença, quais são os tratamentos, como os portadores podem conviver com a moléstia, além de ajudar a reduzir o preconceito ao explicar que a doença não é contagiosa.
No site da Sociedade de dermatologia você pode encontrar vários postos de avaliação:
http://www.sbd.org.br/campanha/psoriase/default.aspx
A psoríase em placas, vulgar ou numular é a mais comum. Atinge 90% dos pacientes. A doença pode apresentar diferenças em relação à intensidade e evolução. As áreas mais afetadas são cotovelos, joelhos, couro cabeludo, região lombo-sacra e umbigo.
Psoríase nas unhas ou ungueal
Em até 90% dos casos a psoríase pode envolver as unhas, correspondendo a um grande estigma da doença, pois interfere nas relações sociais e atividades de trabalho. Umas das principais características da doença é o descolamento da unha (onicólise). Para minimizar é preciso que o paciente evite traumatismos. Por isso, é importante manter a unha curta, seca e limpa para diminuir as chances de ocorrerem estímulos que possam intensificar o descolamento.
Artrite psoriática
Uma pequena parcela da população de pacientes pode apresentar esse tipo de manifestação da doença, que pode apresentar inflamações nas cartilagens e articulações, desenvolvendo dor, dificuldades nos movimentos e alterações na forma das articulações.
Além dos principais tipos de psoríase, também destacamos:
fonte: Site da Sociedade Brasileira de Dermatologia
No site da Sociedade de dermatologia você pode encontrar vários postos de avaliação:
http://www.sbd.org.br/campanha/psoriase/default.aspx
O que é Psoríase?
É uma doença inflamatória crônica da pele que se manifesta, na maioria das vezes, por lesões eritematosas (róseas ou avermelhadas) recobertas por escamas esbranquiçadas. Em alguns casos, as lesões podem estar localizadas apenas nos cotovelos, joelhos ou couro cabeludo. Já em outros, se espalham por toda a pele. Frequentemente há acometimento das unhas. Embora seja pouco frequente, existem casos em que as articulações também podem ser afetadas causando a artrite psoriásica. A psoríase causa grande impacto na qualidade de vida dos pacientes que, muitas vezes, se sentem rejeitados ou discriminados em seus ambientes sociais e de trabalho.O que causa a Psoríase?
Os motivos que causam a psoríase ainda não estão totalmente esclarecidos. As pesquisas científicas demonstram que existe alguém na família com o mesmo problema em 30% dos casos. Alguns fatores podem aumentar ou desencadear a doença, como o estresse emocional, traumas ou irritações na pele, infecções na garganta, baixa umidade do ar ou alguns medicamentos.Quem desenvolve a Psoríase?
A psoríase é uma doença milenar muito comum. Afeta quase 3% da população, tanto homens quanto mulheres. Normalmente aparece na segunda década da vida. Quando os menores de 15 anos são atingidos é porque, provavelmente, algum dos familiares teve a doença.A Psoríase é contagiosa?
Não se pega psoríase de ninguém e não existe nenhum motivo para os pacientes evitarem contato físico com outras pessoas ou vice-versa.Como é feito o diagnóstico?
Pelo simples exame clínico do dermatologista, que é o médico mais indicado para tratar da pele, cabelos e unhas. A psoríase não causa manifestação nos órgãos internos, por isso, os exames de laboratórios têm pouca utilidade. Além do "olho clínico", o único recurso que pode confirmar o diagnóstico é a biópsia da pele: um exame simples, feito no consultório ou ambulatório, em que o médico tira um pedacinho da pele para análise.Quais os tipos de Psoríase?
Psoríase vulgar ou em placasA psoríase em placas, vulgar ou numular é a mais comum. Atinge 90% dos pacientes. A doença pode apresentar diferenças em relação à intensidade e evolução. As áreas mais afetadas são cotovelos, joelhos, couro cabeludo, região lombo-sacra e umbigo.
Psoríase nas unhas ou ungueal
Em até 90% dos casos a psoríase pode envolver as unhas, correspondendo a um grande estigma da doença, pois interfere nas relações sociais e atividades de trabalho. Umas das principais características da doença é o descolamento da unha (onicólise). Para minimizar é preciso que o paciente evite traumatismos. Por isso, é importante manter a unha curta, seca e limpa para diminuir as chances de ocorrerem estímulos que possam intensificar o descolamento.
Artrite psoriática
Uma pequena parcela da população de pacientes pode apresentar esse tipo de manifestação da doença, que pode apresentar inflamações nas cartilagens e articulações, desenvolvendo dor, dificuldades nos movimentos e alterações na forma das articulações.
Além dos principais tipos de psoríase, também destacamos:
- Psoríase em gotas
- Psoríase eritrodérmica
- Psoríase pustulosa
- Psoríase invertida
- Psoríase palmo-plantar
Tratamento
São várias as formas de tratamento, portanto cabe ao dermatologista avaliar a melhor indicação. Nas formas leves, são prescritos medicamentos tópicos sob a forma de pomada, loções, xampus ou géis. Nas formas mais avançadas, além de duas ou três sessões de fototerapia por semana, podem ser indicados medicamentos de uso interno via oral ou injetável, dependendo do caso. É fundamental usar diariamente hidratantes ou substâncias que ajudem a manter a pele com menos escamas.fonte: Site da Sociedade Brasileira de Dermatologia
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Glúten presente na cevada aumenta risco de desenvolver psoríase
Mulheres que tomam cerveja regularmente têm risco maior de desenvolver psoríase - doença de pele crônica e autoimune caracterizada por manchas em todo o corpo que causam coceira. A constatação é de um estudo desenvolvido pela Escola de Medicina de Harvard (EUA), publicado no periódico Archives of Dermatology.
Os pesquisadores analisaram dados de 83.000 mulheres, com idades entre 27 e 44 anos, e descobriram que aquelas que bebiam cinco ou mais cervejas por semana dobravam as chances de desenvolver psoríase. Os cientistas acreditam que isso acontece porque a cerveja é feita de cevada, que contém glúten - uma substância já associada à doença.
Os médicos recomendam que as mulheres com pré-disposição à doença evitem tomar cerveja. Como a substância associada à psoríase não é o álcool, as outras bebidas - desde que consumidas moderadamente - estão liberadas.
fonte: veja.abril.com.br
Os pesquisadores analisaram dados de 83.000 mulheres, com idades entre 27 e 44 anos, e descobriram que aquelas que bebiam cinco ou mais cervejas por semana dobravam as chances de desenvolver psoríase. Os cientistas acreditam que isso acontece porque a cerveja é feita de cevada, que contém glúten - uma substância já associada à doença.
Os médicos recomendam que as mulheres com pré-disposição à doença evitem tomar cerveja. Como a substância associada à psoríase não é o álcool, as outras bebidas - desde que consumidas moderadamente - estão liberadas.
fonte: veja.abril.com.br
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