Queridos visitantes,
Este blog está direcionado a informação sobre problemas ambientais e de saúde. Recebo muitos posts pedindo ajuda mas infelizmente não é possíve realizar "consultas virtuais". Mandem suas dúvidas mas não me peçam orientação de tratamento. Tentarei ajudar até o limite da ética. Obrigada
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terça-feira, 9 de dezembro de 2014
S Í N D R O M E
D E
B U R N O U T
A síndrome de burnout, ou síndrome do esgotamento profissional, é um distúrbio psíquico descrito em 1974 por Freudenberger, um médico americano. O transtorno está registrado no Grupo V da CID-10 (Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde) e é classificada, hoje, como doença ocupacional.
Cerca de 30% dos profissionais brasileiros sofrem da doença, o estágio mais avançado do estresse, segundo revela pesquisa realizada pelo Isma-BR (International Stress Managemet Association no Brasil).
Burnout, traduzido como fogo descontrolado, tem como sintoma típico a sensação de esgotamento físico e emocional que se reflete em atitudes negativas, como ausências no trabalho, agressividade, isolamento, mudanças bruscas de humor, irritabilidade, dificuldade de concentração, lapsos de memória, ansiedade, depressão, pessimismo, baixa autoestima.
É causada por condições de trabalho físicas, emocionais e psicológicas desgastantes. A síndrome se manifesta especialmente em pessoas cuja profissão exige envolvimento interpessoal direto e intenso, como professores, policiais, médicos e enfermeiros de emergencias superlotadas e bancários.
Tratamento
O tratamento inclui o uso de antidepressivos e psicoterapia. Atividade física regular e exercícios de relaxamento também ajudam a controlar os sintomas. Normalmente, o individuo é afastado de suas atividades profissionais para poder se tratar.
Recomendações
* Não use a falta de tempo como desculpa para não praticar exercícios físicos e não desfrutar momentos de descontração e lazer. Mudanças no estilo de vida podem ser a melhor forma de prevenir ou tratar a síndrome de burnout;
* Conscientize-se de que o consumo de álcool e de outras drogas para afastar as crises de ansiedade e depressão não é um bom remédio para resolver o problema;
* Avalie quanto as condições de trabalho estão interferindo em sua qualidade de vida e prejudicando sua saúde física e mental. Avalie também a possibilidade de propor nova dinâmica para as atividades diárias e objetivos profissionais.
* Procure não levar trabalho para casa, fazendo deste local seu lugar de descanso e lazer.
* Avalie a possibilidade de mudança de emprego, caso seu trabalho seja desgastante e quando perceber que está com sinais e sintomas de esgotamento.
Fonte: Dr.Adriano Gannam - facebook
D E
B U R N O U T
A síndrome de burnout, ou síndrome do esgotamento profissional, é um distúrbio psíquico descrito em 1974 por Freudenberger, um médico americano. O transtorno está registrado no Grupo V da CID-10 (Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde) e é classificada, hoje, como doença ocupacional.
Cerca de 30% dos profissionais brasileiros sofrem da doença, o estágio mais avançado do estresse, segundo revela pesquisa realizada pelo Isma-BR (International Stress Managemet Association no Brasil).
Burnout, traduzido como fogo descontrolado, tem como sintoma típico a sensação de esgotamento físico e emocional que se reflete em atitudes negativas, como ausências no trabalho, agressividade, isolamento, mudanças bruscas de humor, irritabilidade, dificuldade de concentração, lapsos de memória, ansiedade, depressão, pessimismo, baixa autoestima.
É causada por condições de trabalho físicas, emocionais e psicológicas desgastantes. A síndrome se manifesta especialmente em pessoas cuja profissão exige envolvimento interpessoal direto e intenso, como professores, policiais, médicos e enfermeiros de emergencias superlotadas e bancários.
Tratamento
O tratamento inclui o uso de antidepressivos e psicoterapia. Atividade física regular e exercícios de relaxamento também ajudam a controlar os sintomas. Normalmente, o individuo é afastado de suas atividades profissionais para poder se tratar.
Recomendações
* Não use a falta de tempo como desculpa para não praticar exercícios físicos e não desfrutar momentos de descontração e lazer. Mudanças no estilo de vida podem ser a melhor forma de prevenir ou tratar a síndrome de burnout;
* Conscientize-se de que o consumo de álcool e de outras drogas para afastar as crises de ansiedade e depressão não é um bom remédio para resolver o problema;
* Avalie quanto as condições de trabalho estão interferindo em sua qualidade de vida e prejudicando sua saúde física e mental. Avalie também a possibilidade de propor nova dinâmica para as atividades diárias e objetivos profissionais.
* Procure não levar trabalho para casa, fazendo deste local seu lugar de descanso e lazer.
* Avalie a possibilidade de mudança de emprego, caso seu trabalho seja desgastante e quando perceber que está com sinais e sintomas de esgotamento.
Fonte: Dr.Adriano Gannam - facebook
quarta-feira, 7 de março de 2012
Síndrome de Wolff-Parkinson-White
O que é a síndrome de Wolff-Parkinson-White?

A síndrome de Wolff-Parkinson-White é uma doença onde existe uma via elétrica extra que conecta os átrios aos ventrículos, fazendo com que o impulso elétrico chegue mais rápido ao ventrículo e cause taquicardia. Às vezes, essa via elétrica não causa taquicardia, mas produz alteração no eletrocardiograma que deixa o QRS (representação elétrica da contração ventricular) mais largo (pré-excitação ventricular). A causa da síndrome de Wolff-Parkinson-White é congênita, ou seja, alteração presente desde o nascimento ou intra-útero.
A síndrome de Wolff-Parkinson-White é uma doença onde existe uma via elétrica extra que conecta os átrios aos ventrículos, fazendo com que o impulso elétrico chegue mais rápido ao ventrículo e cause taquicardia. Às vezes, essa via elétrica não causa taquicardia, mas produz alteração no eletrocardiograma que deixa o QRS (representação elétrica da contração ventricular) mais largo (pré-excitação ventricular). A causa da síndrome de Wolff-Parkinson-White é congênita, ou seja, alteração presente desde o nascimento ou intra-útero.
Quais os sintomas da síndrome de Wolff-Parkinson-White?

As manifestações da síndrome de Wolff-Parkinson-White podem iniciar-se em qualquer fase da vida, geralmente dos 10 aos 50 anos.

Os principais sintomas são: palpitações, tonteira, falta de ar, dor no peito e, muito raramente, morte súbita. Algumas pessoas não apresentam quaisquer sintomas.
As manifestações da síndrome de Wolff-Parkinson-White podem iniciar-se em qualquer fase da vida, geralmente dos 10 aos 50 anos.
Os principais sintomas são: palpitações, tonteira, falta de ar, dor no peito e, muito raramente, morte súbita. Algumas pessoas não apresentam quaisquer sintomas.
Como diagnosticar a síndrome de Wolff-Parkinson-White?

A síndrome de Wolff-Parkinson-White é diagnosticada através de alguns exames como:
• Eletrocardiograma (ECG)
• Holter de 24 horas
• Teste ergométrico
• Estudo eletrofisiológico
A síndrome de Wolff-Parkinson-White é diagnosticada através de alguns exames como:
• Eletrocardiograma (ECG)
• Holter de 24 horas
• Teste ergométrico
• Estudo eletrofisiológico
Como tratar a síndrome de Wolff-Parkinson-White?

O tratamento da síndrome de Wolff-Parkinson-White depende do tipo de arritmia e os sintomas associados.
• Medicações: várias drogas podem ser utilizadas para o tratamento das arritmias relacionadas à síndrome de Wolff-Parkinson-White. Entre elas estão: propafenona (Ritmonorm®), amiodarona (Ancoron®), sotalol (Sotocor®). Algumas medicações não podem ser utilizadas: beta-bloqueadores (propranolol, metoprolol) ou bloqueadores do canal de cálcio (verapamil, diltiazem).
• Ablação: é um método de tratamento que utiliza cateteres para cauterizar, com energia de radiofreqüência, a via elétrica extra. Ë o método de tratamento de escolha para esses pacientes.
O tratamento da síndrome de Wolff-Parkinson-White depende do tipo de arritmia e os sintomas associados.
• Medicações: várias drogas podem ser utilizadas para o tratamento das arritmias relacionadas à síndrome de Wolff-Parkinson-White. Entre elas estão: propafenona (Ritmonorm®), amiodarona (Ancoron®), sotalol (Sotocor®). Algumas medicações não podem ser utilizadas: beta-bloqueadores (propranolol, metoprolol) ou bloqueadores do canal de cálcio (verapamil, diltiazem).
• Ablação: é um método de tratamento que utiliza cateteres para cauterizar, com energia de radiofreqüência, a via elétrica extra. Ë o método de tratamento de escolha para esses pacientes.
Portadores da síndrome de Wolff-Parkinson-White têm alguma restrição?

Os pacientes portadores da síndrome de Wolff-Parkinson-White não podem exercer atividades físicas competitivas (futebol, vôlei, basquete) nem esportes radicais (mergulho, escalada, asa-delta).

Esses pacientes também não podem exercer profissões de risco (piloto, motorista, operador de máquinas pesadas).

Após ablação não há qualquer restrição para atividade física e qualquer profissão poderá ser exercida.
Os pacientes portadores da síndrome de Wolff-Parkinson-White não podem exercer atividades físicas competitivas (futebol, vôlei, basquete) nem esportes radicais (mergulho, escalada, asa-delta).
Esses pacientes também não podem exercer profissões de risco (piloto, motorista, operador de máquinas pesadas).
Após ablação não há qualquer restrição para atividade física e qualquer profissão poderá ser exercida.
fonte: site Arritmia Cardíaca
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
sábado, 10 de dezembro de 2011
sábado, 29 de outubro de 2011
TOSSE POR MAIS DE 3 SEMANAS PODE SER TUBERCULOSE
O que é?
Doença infecto-contagiosa causada por uma bactéria que afeta principalmente os pulmões, mas, também pode ocorrer em outros órgãos do corpo, como ossos, rins e meninges (membranas que envolvem o cérebro).
Qual a causa?
Mycobacterium tuberculosis ou Bacilo de Koch (BK). Outras espécies de micobactérias também podem causar a tuberculose. São elas: Mycobacterium bovis, africanum e microti.
Quais os sintomas?
Alguns pacientes não exibem nenhum indício da doença, outros apresentam sintomas aparentemente simples que são ignorados durante alguns anos (meses). Contudo, na maioria dos infectados, os sinais e sintomas mais freqüentemente descritos são tosse seca contínua no início, depois com presença de secreção por mais de quatro semanas, transformando-se, na maioria das vezes, em uma tosse com pus ou sangue; cansaço excessivo; febre baixa geralmente à tarde; sudorese noturna; falta de apetite; palidez; emagrecimento acentuado; rouquidão; fraqueza; e prostração. Os casos graves apresentam dificuldade na respiração; eliminação de grande quantidade de sangue, colapso do pulmão e acumulo de pus na pleura (membrana que reveste o pulmão) - se houver comprometimento dessa membrana, pode ocorrer dor torácica.
Como se transmite?
A transmissão é direta, de pessoa a pessoa. O doente expele, ao falar, espirrar ou tossir, pequenas gotas de saliva que contêm o agente infeccioso e podem ser aspiradas por outro indivíduo contaminando-o. Somente 5% a 10% dos infectados pelo Bacilo de Koch adquirem a doença. Pessoas com Aids, diabetes, insuficiência renal crônica (IRA), desnutridas, idosos doentes, alcoólatras, viciados em drogas e fumantes são mais propensos a contrair a tuberculose.
Como tratar?
O tratamento deve ser feito por um período mínimo de seis meses, sem interrupção, diariamente. São utilizados quatro fármacos para o tratamento dos casos que utilizam o esquema básico: rifampicina (R), isoniazida (H), pirazinamida (Z) e etambutol (E). Quase todos os pacientes que seguem o tratamento corretamente são curados.
Como se prevenir?
Para prevenir a doença é necessário imunizar as crianças de até 4 anos, obrigatoriamente as menores de 1 ano, com a vacina BCG. Crianças soropositivas ou recém-nascidas que apresentam sinais ou sintomas de Aids não devem receber a vacina. A prevenção inclui evitar aglomerações, especialmente em ambientes fechados, e não utilizar objetos de pessoas contaminadas (a tuberculose não se transmite por fômites e objetos. Cuidado para não agravar os estigmas).
terça-feira, 30 de novembro de 2010
O que é artrite?
Artrite significa inflamação nas juntas. Ela pode ocorrer em uma ou em várias articulações ao mesmo tempo e se caracteriza por inchaço, vermelhidão e dor persistente na região afetada. Esses são apenas alguns dos sintomas apresentados e podem indicar a manifestação de uma série de doenças. Um dos tipos mais comuns é a artrite reumatóide (AR).
Esse tipo de artrite tem como característica as inflamações freqüentes de várias juntas ao mesmo tempo. É uma doença crônica provocada por uma alteração do sistema imune, o responsável pela defesa do nosso organismo. Devido a essa alteração, em vez de apenas nos proteger contra vírus, bactérias e outros "agentes invasores", o sistema imune passa a atacar tecidos saudáveis, promovendo inflamações em algumas partes do corpo.
Geralmente, em portadores de artrite reumatóide, as inflamações começam na membrana que envolve parcialmente as articulações, conhecida como membrana sinovial. Se não diagnosticadas e tratadas adequadamente, essas inflamações causam lesões, que podem evoluir para cartilagens, ossos e outros órgãos, causando dor, perda dos movimentos e deformidades.
Esse tipo de artrite tem como característica as inflamações freqüentes de várias juntas ao mesmo tempo. É uma doença crônica provocada por uma alteração do sistema imune, o responsável pela defesa do nosso organismo. Devido a essa alteração, em vez de apenas nos proteger contra vírus, bactérias e outros "agentes invasores", o sistema imune passa a atacar tecidos saudáveis, promovendo inflamações em algumas partes do corpo.
Geralmente, em portadores de artrite reumatóide, as inflamações começam na membrana que envolve parcialmente as articulações, conhecida como membrana sinovial. Se não diagnosticadas e tratadas adequadamente, essas inflamações causam lesões, que podem evoluir para cartilagens, ossos e outros órgãos, causando dor, perda dos movimentos e deformidades.
No entanto, assim como as pessoas são muito diferentes entre si, a artrite reumatóide atinge os portadores da doença cada um de uma maneira. Por isso, para alguns ela pode se manifestar de forma branda e esporádica, enquanto que outros apresentam sintomas mais intensos e freqüentes. Além disso, existe hoje uma série de tratamentos e ações que podem aumentar a qualidade de vida dos pacientes, tornando o convívio com a doença mais fácil.
Causas e sintomas
Sabe-se que a artrite reumatóide é uma doença auto-imune, ou seja, uma patologia na qual o sistema de defesa da pessoa passa a atacar o próprio organismo. No entanto, os médicos ainda não têm conhecimento sobre o que desencadeia essa reação desequilibrada.
O que a medicina conseguiu apurar até agora é que a artrite reumatóide não é uma doença contagiosa nem passa diretamente de pais para filho. Na verdade, o que pode ser herdado geneticamente é a tendência a desenvolver a doença. Também têm sido feitos estudos para se verificar a influência de fatores externos e hormonais no aparecimento da AR.
O principal sintoma de quem tem artrite reumatóide são as dores persistentes nas juntas, que podem aparecer nas mãos, punhos, cotovelos, ombros, quadris, joelhos, tornozelos, pés e na mandíbula (articulação têmporo-mandibular). Essas dores são acompanhadas de inchaço e calor nas regiões afetadas e dificultam atividades do dia-a-dia, como escrever, se vestir e até mesmo dormir. Muitos pacientes se queixam de fadiga, febre, falta de apetite e rigidez matinal.
Embora com menos freqüência, existem casos em que ocorre secura na boca e nos olhos (síndrome de Sjögren), gerada pela inflamação das glândulas de saliva e lágrima. Outros sintomas raros são inflamações nos olhos (episclerite), nódulos embaixo da pele (nódulos reumatóides), inflamações das pleuras (revestimento dos pulmões), do pericárdio (revestimento do coração) e dos vasos sanguíneos (vasculite).
É muito importante consultar um médico ao notar o aparecimento ou persistência desses sintomas pois, quanto mais cedo for feito o diagnóstico e iniciado o tratamento, menores as chances de evolução da doença.
O que a medicina conseguiu apurar até agora é que a artrite reumatóide não é uma doença contagiosa nem passa diretamente de pais para filho. Na verdade, o que pode ser herdado geneticamente é a tendência a desenvolver a doença. Também têm sido feitos estudos para se verificar a influência de fatores externos e hormonais no aparecimento da AR.
O principal sintoma de quem tem artrite reumatóide são as dores persistentes nas juntas, que podem aparecer nas mãos, punhos, cotovelos, ombros, quadris, joelhos, tornozelos, pés e na mandíbula (articulação têmporo-mandibular). Essas dores são acompanhadas de inchaço e calor nas regiões afetadas e dificultam atividades do dia-a-dia, como escrever, se vestir e até mesmo dormir. Muitos pacientes se queixam de fadiga, febre, falta de apetite e rigidez matinal.
Embora com menos freqüência, existem casos em que ocorre secura na boca e nos olhos (síndrome de Sjögren), gerada pela inflamação das glândulas de saliva e lágrima. Outros sintomas raros são inflamações nos olhos (episclerite), nódulos embaixo da pele (nódulos reumatóides), inflamações das pleuras (revestimento dos pulmões), do pericárdio (revestimento do coração) e dos vasos sanguíneos (vasculite).
É muito importante consultar um médico ao notar o aparecimento ou persistência desses sintomas pois, quanto mais cedo for feito o diagnóstico e iniciado o tratamento, menores as chances de evolução da doença.
Tipos de artrite
Existem mais de 100 tipos de artrite, que podem ser a manifestação de doenças diferentes. Vamos conhecer um pouco mais sobre aquelas que afetam o maior número de pessoas:
A mais comum é a artrose (ou osteoartrite), que ataca geralmente os joelhos, quadris e as mãos, gerando o desgaste dessas articulações e causando mais dor durante os dias frios. Ela é mais comum em idosos, mas pode ser diagnosticada em pessoas mais jovens. A artrose também pode ser causada por uma infecção muito forte ou mesmo por um trauma na região afetada.
A mais comum é a artrose (ou osteoartrite), que ataca geralmente os joelhos, quadris e as mãos, gerando o desgaste dessas articulações e causando mais dor durante os dias frios. Ela é mais comum em idosos, mas pode ser diagnosticada em pessoas mais jovens. A artrose também pode ser causada por uma infecção muito forte ou mesmo por um trauma na região afetada.
Já a gota ocorre com mais freqüência em homens acima dos 40 anos e está relacionada com o aumento de ácido úrico no sangue. O excesso dessa substância no sangue provoca o acúmulo de cristais nos tecidos, em especial nas articulações e nos rins. Pacientes com gota devem ter um cuidado especial com a alimentação para evitar crises ou a evolução da doença para um quadro crônico.
Mais comum em mulheres acima dos 30 anos, a fibromialgia atinge cerca de 5% da população e é um desafio para os médicos. Afinal, a doença causa dor nas juntas (e muitas vezes no corpo todo), fadiga e distúrbios no sono, mas não há como diagnosticá-la por meio de exames laboratoriais. Muitos pacientes passam por diversos consultórios antes de receber diagnóstico e tratamento adequados.
A artrite também pode ser sintoma de lúpus eritematoso, uma doença auto-imune que afeta os tecidos de todo o organismo. O lúpus eritematoso é mais comum em mulheres jovens, em idade fértil, por isso acredita-se que seu aparecimento esteja ligado a alterações hormonais. Seus sintomas também variam de pessoa para pessoa e incluem manchas na pele, fadiga, dor e inflamação nas juntas.
A artrite reumatóide juvenil é a forma mais comum de artrite em crianças e adolescentes e apresenta sintomas que variam de paciente a paciente. Não se conhecem suas causas, mas acredita-se que a tendência a desenvolvê-la seja transmitida hereditariamente e a doença seja desencadeada por fatores ainda desconhecidos. Quando diagnosticada e tratada corretamente, a criança tem a possibilidade de crescer e desenvolver-se normalmente.
Já a artrite reumatóide atinge as mulheres com mais freqüência, porém todos podem desenvolvê-la. Seja em jovens ou idosos, a artrite reumatóide ocorre em todos os grupos étnicos e em todas as partes do mundo. Os sintomas apresentados variam de pessoa para pessoa, assim como a intensidade e a evolução da doença. Em todo este site você vai encontrar informações sobre a artrite reumatóide e como conviver com ela, melhorando sua qualidade de vida.
Diagnóstico
Normalmente, o diagnóstico da artrite reumatóide é feito pelo reumatologista, o médico especialista no tratamento das doenças que atingem as articulações e os ossos. A conversa entre médico e paciente é o ponto de partida para qualquer diagnóstico. É por meio dela que o médico fica sabendo dos sintomas e de outras ocorrências que podem ajudá-lo a chegar a algumas conclusões. A seguir, ele faz o exame físico para observar as juntas e a existência de outras evidências que indiquem o que está acontecendo.
Depois são realizados exames laboratoriais, que vão mostrar o grau das inflamações e outros fatores que podem identificar a natureza da artrite (se ela é causada por artrite reumatóide, artrose, lúpus etc). O médico também pede radiografias, que podem apresentar alterações ósseas próximas às articulações e outras lesões.
Geralmente, um paciente é diagnosticado como portador de artrite reumatóide quando apresenta, ao mesmo tempo:
Depois são realizados exames laboratoriais, que vão mostrar o grau das inflamações e outros fatores que podem identificar a natureza da artrite (se ela é causada por artrite reumatóide, artrose, lúpus etc). O médico também pede radiografias, que podem apresentar alterações ósseas próximas às articulações e outras lesões.
Geralmente, um paciente é diagnosticado como portador de artrite reumatóide quando apresenta, ao mesmo tempo:
- artrite por mais de 6 semanas;
- nódulos reumáticos sob a pele;
- erosão das juntas nas radiografias;
- resultado positivo no exame de sangue para um anticorpo conhecido com fator reumatóide.
No entanto, é possível que uma pessoa com artrite reumatóide tenha só alguns ou mesmo nenhum desses sintomas. Lembre-se que eles variam muito entre os pacientes e só mesmo um médico pode fazer o diagnóstico correto e decidir qual o melhor tratamento para cada caso.
Tratamento
A artrite reumatóide é uma doença crônica, isto é, vai acompanhá-lo ao longo de sua vida.
No entanto, ao receber o tratamento adequado, você evita ou minimiza os impactos da AR no organismo. Por isso, conversar com o médico regularmente, seguir suas orientações e tirar dúvidas é muito importante para que seu tratamento seja efetivo.
Além disso, a ciência tem conseguido avanços significativos tanto no entendimento da doença quanto na descoberta de medicamentos e terapias que garantem diminuição da dor, reduzem a progressão da doença e melhoram consideravelmente a qualidade de vida de quem tem AR.
Hoje existe uma variedade muito grande de medicamentos que são utilizados com sucesso no tratamento da artrite reumatóide. Isso acontece pois cada paciente desenvolve a doença de uma forma e, assim, o que serve para uma pessoa pode não fazer efeito em outra. Por isso, somente um médico pode identificar o que é melhor para seu caso, selecionando quais drogas são indicadas para você em cada momento do tratamento.
Os remédios para tratamento da artrite reumatóide são divididos em Medicamentos sintomáticos e Drogas modificadoras do curso da doença (DMARDs). Normalmente, o seu reumatologista irá indicar uma combinação de dois ou mais medicamentos, de acordo com as necessidades do seu organismo, e depois vai acompanhar suas respostas ao tratamento, solicitando exames periodicamente.
Para que seu tratamento seja satisfatório e atenda às suas expectativas, é muito importante que você leve em consideração os seguintes pontos:
No entanto, ao receber o tratamento adequado, você evita ou minimiza os impactos da AR no organismo. Por isso, conversar com o médico regularmente, seguir suas orientações e tirar dúvidas é muito importante para que seu tratamento seja efetivo.
Além disso, a ciência tem conseguido avanços significativos tanto no entendimento da doença quanto na descoberta de medicamentos e terapias que garantem diminuição da dor, reduzem a progressão da doença e melhoram consideravelmente a qualidade de vida de quem tem AR.
Hoje existe uma variedade muito grande de medicamentos que são utilizados com sucesso no tratamento da artrite reumatóide. Isso acontece pois cada paciente desenvolve a doença de uma forma e, assim, o que serve para uma pessoa pode não fazer efeito em outra. Por isso, somente um médico pode identificar o que é melhor para seu caso, selecionando quais drogas são indicadas para você em cada momento do tratamento.
Os remédios para tratamento da artrite reumatóide são divididos em Medicamentos sintomáticos e Drogas modificadoras do curso da doença (DMARDs). Normalmente, o seu reumatologista irá indicar uma combinação de dois ou mais medicamentos, de acordo com as necessidades do seu organismo, e depois vai acompanhar suas respostas ao tratamento, solicitando exames periodicamente.
Para que seu tratamento seja satisfatório e atenda às suas expectativas, é muito importante que você leve em consideração os seguintes pontos:
- alguns remédios chegam a demorar meses para que possamos perceber seus efeitos. Por isso, não pare o tratamento se não notar resultados e, principalmente, não faça isso sem o consentimento de seu médico;
- todo medicamento, mesmo aqueles vendidos sem receita médica, pode causar efeitos colaterais. Assim, você deve relatar a seu médico qualquer reação inesperada durante o tratamento;
- antes de começar a tomar os novos remédios, fale com seu médico sobre outros medicamentos que já esteja tomando e pergunte sobre as possíveis reações de cada droga que você terá de tomar;
- a maioria dos medicamentos, seja qual for sua aplicação, não é recomendada para gestantes, por isso, fale com seu médico sobre métodos de controle de natalidade que você pode usar durante o tratamento e o que deve fazer quando decidir ter filhos;
- conte sempre com seu médico, ele sempre será o principal aliado na busca pelas melhores opções de tratamento e uma melhor qualidade de vida.
Tratamentos alternativos
- Tratamento alternativo não deve interromper medicamento
- Acutone é bom como acupuntura e dispensa picadas
- O milenar tai chi chuan une prazer
- Terapia corporal desfaz couraças
- Hidroterapia
fonte: site Sanofi Aventis
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Entendendo melhor a Diabetes
Dizer que uma pessoa tem diabetes é o mesmo que dizer que ela tem uma quantidade de açúcar no sangue acima do que seria normalmente esperado. Aparentemente isso pode não explicar muito, mas acontece que o excesso de açúcar e as alterações hormonais que o acompanham costumam agredir os vasos sanguíneos e alguns dos principais órgãos do nosso corpo. A pergunta que logo vem à mente, então, é: por que essas pessoas acumulam quantidade maior de açúcar no sangue? A resposta está ligada a um hormônio bastante conhecido: a insulina.
Para entender melhor, imagine que você esteja dirigindo e seu carro começa a falhar. No painel, uma luz indica que é preciso reabastecê-lo. Após encher o tanque, o automóvel volta a funcionar. Agora pense na mesma situação acontecendo com o seu corpo. Assim como o veículo, a máquina humana precisa de combustível para entrar em ação. Se faltar gasolina, o organismo sofre as conseqüências. Nosso combustível é a glicose (açúcar) retirada dos alimentos, que produz a energia necessária para sobrevivermos. Da mesma forma que a gasolina necessita de uma mangueira para ser colocada no tanque, a glicose precisa da insulina, hormônio fabricado no pâncreas que facilita a entrada do açúcar nas células. Só que para quem tem diabetes esse mecanismo não funciona assim. Quando o organismo não produz, produz insuficientemente ou não processa a insulina de forma adequada, a glicose não consegue chegar dentro da célula. Parte dela é eliminada na urina e o restante vai se acumulando no sangue, tornando-se tóxica e podendo levar a uma série de conseqüências.
A insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas que tem por função facilitar a entrada de açúcar no interior das células. Esse açúcar, representado principalmente pela glicose, é fundamental para que a célula produza energia para sobreviver. Assim, a insulina circula pelo sangue e "abre as portas" das células para a entrada da glicose. Portanto, fica fácil entender porque a falta de insulina faz com que as células não consigam aproveitar a glicose como fonte de energia. É como se nossas células tivessem alimento à sua disposição, mas não conseguissem abrir a boca para comê-lo.
Diabetes tipo 1
Em geral, o diabetes tipo 1 se inicia na infância ou na adolescência e necessita ser tratado com insulina durante toda a vida. Nesse tipo de diabetes, o pâncreas progressivamente não consegue mais produzir insulina em quantidades suficientes até chegar ao ponto de incapacidade total.
O diabetes tipo 1 manifesta-se geralmente de maneira abrupta, com sintomas importantes de hiperglicemia (excesso de sede e fome, aumento do volume e freqüência da urina), acompanhados de perda de peso.
A doença aparece de forma tão repentina que, muitas vezes, o diagnóstico é feito somente quando a pessoa chega ao pronto-socorro com sintomas bastante intensos, como profundo mal-estar, desidratação, queda da consciência e níveis de glicemia sempre muito altos, na faixa dos 400 a 600 mg/dL. O hálito torna-se adocicado (conhecido como hálito cetônico), em função da grande quantidade de cetonas. As cetonas são fruto da quebra de moléculas de gordura que procuram substituir a glicose como fonte de energia.
Diabetes tipo 2
O diabetes tipo 2 está bastante relacionado ao excesso de peso, mas também influem fatores como o tabagismo, o sedentarismo, a hipertensão arterial e o histórico familiar. Em geral, surge em adultos a partir dos 30-40 anos ou em adolescentes que já apresentam excesso de peso. É o tipo mais comum de diabetes, correspondendo a 90% de todos os casos.
No diabetes tipo 2, o pâncreas inicialmente funciona bem. O problema está nas células de nosso corpo, principalmente dos músculos e de órgãos como o fígado, que mesmo na presença de insulina não conseguem absorver bem a glicose do sangue. Trata-se de um defeito genético que pode ser agravado por diferentes fatores de risco.
Diferentemente do diabetes tipo 1, em que os sintomas surgem de forma abrupta e de maneira pronunciada, o diabetes tipo 2 apresenta poucos sintomas, mas pode manifestar as mesmas complicações crônicas do diabetes tipo 1. Por isso, é fundamental que se examinem periodicamente os níveis de glicemia, principalmente a partir dos 40 anos ou naqueles que têm aumento de peso, colesterol elevado ou pressão alta.
O diagnóstico do diabetes tipo 2 pode ser feito por qualquer um dos três critérios* abaixo:
Critéro 1: Glicemia de jejum igual ou maior que 126 mg/dL (após jejum de pelo menos 8 horas).
Critério 2: Glicemia acima de 200 mg/dL pelo menos duas horas após uma refeição ou a ingestão de 75g de glicose diluída em água (este teste é chamado de Teste Oral de Tolerância à Glicose ou TOTG, sendo realizado em laboratório).
Critério 3: Glicemia colhida a qualquer hora do dia (independente do fato de se ter alimentado ou não) acima de 200 mg/dL, desde que já haja sintomas de glicemia elevada (muita fome e sede, grande volume de urina e/ou perda inexplicável de peso).
Pré-diabetes
O pré-diabetes deve ser motivo de preocupação. Afinal, é um alerta de que algo precisa ser feito antes que o diabetes tipo 2 chegue para ficar. Geralmente, o pré-diabetes surge quando as células começam a apresentar dificuldades para absorver a glicose do sangue, mesmo quando o pâncreas ainda produz boas quantidades de insulina. Por esse motivo, o pré-diabetes é também chamado de intolerância à glicose ou de resistência à insulina.
Nestes casos, a hiperglicemia encontra-se em um nível intermediário entre a normalidade e o diabetes tipo 2. Assim, a glicemia colhida em jejum está entre 100 e 126 mg/dL e/ou o Teste Oral de Tolerância à Glicose (TOTG) está entre 140 e 199 mg/dL.
Na maioria das vezes, o pré-diabetes não tem sintomas. Por isso, é recomendável examinar os níveis de glicemia periodicamente, principalmente após os 40 anos, uma vez que o próprio pré-diabetes já traz riscos aumentados de doenças cardiovasculares e, a qualquer momento, pode se tornar diabetes tipo 2. Vale a pena conversar com seu médico sobre isso.
Diabetes Gestacional
Aparece durante a gravidez e costuma desaparecer após o parto. Todavia, em alguns casos, pode voltar depois da gravidez, a qualquer tempo, e se estabelecer na mulher com as mesmas características do pré-diabetes ou do diabetes tipo 2.
Durante a gravidez são necessários cuidados médicos bastante rígidos, pois há um grande risco de os bebês apresentarem problemas ao nascer. No pré-natal, já na primeira consulta, o médico é capaz de fazer uma avaliação geral dos riscos de diabetes gestacional. Mulheres com excesso de peso antes da gestação ou que já tiveram filhos nascidos com mais de 4 ou 5 quilos ou ainda que já tiveram diabetes em gestações anteriores são as que têm maiores chances.
A ocorrência geral de diabetes gestacional pode variar de 1% a 14%, dependendo da população estudada e dos critérios diagnósticos utilizados.
EVITE AS COMPLICAÇÕES
Muitas vezes , ou na maioria das vezes, os pacientes com diabetes de recusam e não se importam em realizar o tratamento de forma adequada, normalmente por se dizes estar " sem sintomas". Porém, mesmo estando sem sintomas, as complicações podem acontecer.
Diabetes e os olhos
O diabetes é a principal causa de lesões da retina (parte posterior do olho, onde a luz é focalizada e processada para que as imagens sejam enviadas para o cérebro) e, por conseqüência, uma das principais causas de cegueira em jovens adultos. É a chamada retinopatia diabética. O excesso de glicose no sangue ataca os pequenos vasos sanguíneos que chegam até os olhos, principalmente à retina. Uma vez que esses vasos sejam destruídos, a retina não terá mais energia para funcionar e a cegueira poderá ocorrer rapidamente. Por isso, é fundamental fazer o diagnóstico precoce de qualquer alteração.
Diabetes e os rins
O mau controle do diabetes, seja ele do tipo 1 ou 2, é a principal causa de insuficiência renal em todo o mundo. Para se ter uma idéia, de 40% a 50% dos pacientes submetidos atualmente à diálise apresentam nefropatia diabética. Uma das funções dos rins é impedir que substâncias importantes para o organismo sejam eliminadas pela urina, dentre elas, a albumina, um tipo de proteína do sangue. Por essa razão, uma das maneiras mais características de se detectar o quanto os níveis excessivos de glicose estão afetando os rins é verificar se está ocorrendo uma perda inesperada de albumina na urina, mesmo que em pequenas quantidades. É a chamada microalbuminúria. Quando esta microalbuminúria for percebida, é hora de intensificar o controle da glicemia.
Diabetes e o sistema nervoso
Níveis elevados de glicemia podem atacar qualquer nervo do nosso corpo e prejudicar suas funções. Esse outro efeito prejudicial da hiperglicemia é conhecido como neuropatia diabética, que pode se manifestar de várias maneiras.
Neuropatia periférica: Os nervos localizados na periferia do corpo, como as extremidades dos pés e das mãos, podem ser afetados pelo excesso de glicose no sangue, resultando em adormecimento, formigamento e sensação de queimação ou choque nas áreas atingidas. Outro efeito possível é dor intensa, principalmente durante a noite, que acaba prejudicando o bom sono.
Pé diabético
Neuropatia autonômica: A hiperglicemia não controlada, da mesma forma que agride os nervos das extremidades do corpo, podem também atingir os do sistema nervoso autonômico, que controlam o funcionamento de órgãos como o coração, estômago, intestinos, bexiga e vasos sanguíneos.
Diabetes e complicações vasculares
Cerca de 75% das pessoas com diabetes tipo 2 costumam apresentar doenças cardíacas, principalmente em função do processo de agressão que sofrem as artérias coronárias (responsáveis por levar sangue aos músculos do coração) causado pelo excesso de glicose no sangue. Lembre-se de que o risco de ataques cardíacos é duas a três vezes maior em pessoas com diabetes.
Outras complicações crônicas
Derrames (AVC), hipertensão, cegueira, nefropatias, complicações na gravidez e problemas dentários.
Na última década, houve grande progresso no tratamento do diabetes, com o lançamento de várias opções de medicamentos, sejam novos tipos de insulina ou antidiabéticos orais.
No tratamento do diabetes tipo 1 devem ser sempre estimulados a perda de peso, alimentação saudável e hábito regular de atividades físicas. É preciso também fazer uso de algum tipo de insulina, com ou sem a utilização concomitante de antidiabéticos orais nos casos mais avançados.
Já para o diabetes tipo 2, os medicamentos atuais permitem criar novos esquemas de tratamento, aumentando a possibilidade de personalização de acordo com as necessidades específicas de cada um.
A normalização dos níveis de glicemia pode reduzir o risco de ataques cardíacos (infartos do miocárdio) em até 50%, ainda mais se outros fatores de risco como altos níveis de colesterol, hipertensão e tabagismo também forem controlados.
Da mesma forma que agride as artérias coronárias, a glicose não perdoa as artérias que levam sangue ao cérebro. Pouco sangue no cérebro significa pouco oxigênio para suas células e, conseqüentemente, prejuízo de suas funções em geral e alto risco de derrames.Outras complicações crônicas
Derrames (AVC), hipertensão, cegueira, nefropatias, complicações na gravidez e problemas dentários.
É possível tratar o diabetes sem remédios?
Se falarmos do diabetes tipo 1, podemos dizer que não. Mas falaremos disso mais adiante. Quanto ao diabetes tipo 2, a resposta é sim, é possível tratar o diabetes sem remédios, embora muitas vezes não seja das tarefas mais fáceis. Existem quatro possibilidades gerais de tratamento do diabetes tipo 2.1ª possibilidade
Alimentação saudável + perda de peso.2ª possibilidade
Alimentação saudável + perda de peso + atividades físicas.3ª possibilidade
Alimentação saudável + perda de peso + atividades físicas + antidiabéticos orais.4ª possibilidade
Alimentação saudável + perda de peso + atividades físicas + insulina, com ou sem a utilização concomitante de antidiabéticos orais.Na última década, houve grande progresso no tratamento do diabetes, com o lançamento de várias opções de medicamentos, sejam novos tipos de insulina ou antidiabéticos orais.
No tratamento do diabetes tipo 1 devem ser sempre estimulados a perda de peso, alimentação saudável e hábito regular de atividades físicas. É preciso também fazer uso de algum tipo de insulina, com ou sem a utilização concomitante de antidiabéticos orais nos casos mais avançados.
Já para o diabetes tipo 2, os medicamentos atuais permitem criar novos esquemas de tratamento, aumentando a possibilidade de personalização de acordo com as necessidades específicas de cada um.
É importante lembrar que o diabetes tipo 2 tende a piorar no decorrer dos anos, principalmente se não for bem tratado, havendo diminuição progressiva da quantidade de insulina produzida pelo pâncreas. Isso, quase invariavelmente, leva à necessidade de avaliações periódicas do esquema de tratamento. Um esquema de tratamento que foi capaz de proporcionar um bom controle há um ano poderá não mais ser adequado no momento.
A adoção de tratamentos combinados com dois ou mais antidiabéticos orais de diferentes mecanismos de ação pode tornar-se necessária. Se, mesmo assim, o tratamento vier a ter seus efeitos reduzidos, a combinação de antidiabéticos orais com insulina poderá ser a opçãofonte: site Sanofi Aventis.
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA)
ELA é a abreviatura de Esclerose Lateral Amiotrófica, uma doença cujo significado vem contido no próprio nome:
- Esclerose significa endurecimento e cicatrização.
- Lateral refere-se ao endurecimento da porção lateral da medula espinhal.
- E amiotrófica é a fraqueza que resulta na atrofia do músculo. Ou seja, o volume real do tecido muscular diminui.
Os neurônios motores são responsáveis pelos movimentos de contração e relaxamento muscular. Quando os neurônios motores não podem mais enviar impulsos para os músculos, começa a ocorrer uma atrofia muscular, seguida de fraqueza muscular crescente. No caso da ELA, compromete o 1º neurônio superior e o 2º neurônio inferior.
A doença não afeta o raciocínio intelectual, a visão, a audição, o paladar, o olfato e o tato. Na maioria dos casos, a esclerose lateral amiotrófica não afeta as funções sexual, intestinal e vesical.
Segundo pesquisas, a ELA se desenvolve mais em homens do que em mulheres, mais em brancos do que em negros, e geralmente está associada à faixa etária acima de 60 anos.
História da ELA Apesar de ser uma doença rara e complexa, a Esclerose Lateral Amiotrófica já era estudada desde o século passado.
Os indícios de um mal que causava paralisia progressiva dos membros e da língua nas pessoas começou a se configurar em 1830, ao ser retratado por Sir Charles Bell, famoso anatomista e cirurgião britânico.
Já em 1848, François Aran, famoso clínico e autor de textos médicos, descreveu uma nova síndrome, caracterizada por fraqueza muscular progressiva de natureza neurológica.
Para a literatura médica, o ano de 1853 acenou com o primeiro caso reconhecível de ELA: o de Prosper Laconte, dono de um circo francês.
Mas somente 16 anos depois, em 1869, as características essenciais para o reconhecimento da ELA foram determinadas, após uma série de estudos realizados por dois médicos franceses: Joffroy e Jean-Martin Charcot; este, primeiro professor de neurologia na Salpêtrière.
O Dr. Charcot foi o primeiro a ligar os sintomas com um grupo de células especificamente afetados pela doença - os neurônios motores. Também coube a Charcot a descrição da paralisia bulbar progressiva (PBP) e da esclerose lateral primária (ELP), consideradas por ele distintas da esclerose lateral amiotrófica.
Várias pesquisas foram realizadas por inúmeros médicos e cientistas, na tentativa de avançar sobre os conhecimentos da doença.
Foi assim que, em 1933, Brain introduziu o termo doença do neurônio motor (DNM) para todas essas doenças, aparentemente distintas. E foi também Brain, junto com outro médico de nome Walton que, em 1939, consideraram DNM e ELA sinônimos.
Causas e sintomas:
Até o momento, não se conhece a causa específica desta doença. Existe sim, a possibilidade de causas multifatoriais onde estariam envolvidos um componente genético, a idade e algumas substâncias do meio ambiente. Mas, a princípio, não se conhece nenhum fator que predisponha à ELA, nem como é possível prevenir o desenvolvimento da doença.
Os últimos experimentos realizados com camundongos, alguns deles com quadro clínico semelhante ao de ELA nos humanos, têm permitido entender melhor o porquê da lesão da célula nervosa. Parece que a falta de uma proteína denominada parvalbumina é a chave essencial para este processo de morte celular.
Não existe um exame específico para o diagnóstico desta doença. Esse é o principal motivo pelo qual a ELA quase sempre não é diagnosticada em sua fase inicial. Por outro lado, a Ciência busca tal "marcador" (que funcione como uma "pista" para o médico, dizendo se a pessoa pode ou não vir a desenvolver ELA), pois sabe que o ideal para combater a doença é iniciar o tratamento antes do primeiro neurônio morto.
Atualmente, levam-se de 10 a 11 meses, do primeiro sintoma à confirmação do diagnóstico. A falta de conhecimento faz com que o paciente procure primeiro um ortopedista.
O primeiro sintoma é a fraqueza muscular.
Essa fraqueza muscular é progressiva, seguida da deterioração dos músculos (amiotrófica), começando nas extremidades, usualmente em um lado do corpo (lateral). Dentro do corpo, as células nervosas envelhecem (esclerose) e os nervos envolvidos morrem, deixando o paciente cada vez mais limitado.
Existem outros sintomas: fasciculação (tremor do músculo), reflexos exaltados, atrofia, espasticidade e diminuição da sensibilidade. E de todos os sintomas, o mais freqüente é a cãibra.Geralmente, a ELA começa pelos membros superiores; eventualmente, pelos membros inferiores.
A forma mais agressiva ocorre quando a paralisia bulbar progressiva (ataca a língua e a glote). Com isso, o paciente deixa de mastigar e falar, passando a diminuir rapidamente de peso.
Os fatores de risco, com efeito cumulativo (quanto mais características, maior a probabilidade) são: pertencer ao sexo masculino, desempenhar atividade física intensa, ter sofrido algum tipo de trauma mecânico, ter sido vítima de choque elétrico.
fonte: site Sanofi Aventis
terça-feira, 12 de outubro de 2010
Sífilis corre o risco de se tornar epidemia no Brasil.
O senador Augusto Botelho (sem partido-RR) advertiu nesta quinta-feira (7) que triplicou, nos consultórios médicos, o número de pacientes com sífilis em todo o Brasil. A maioria dos infectados, observou, é composta por jovens que, por acaso, se descobrem com a doença.
Oficialmente, conforme dados citados pelo senador, há 1 milhão de doentes no país, "mas esse número pode ser muito maior".
A Sociedade Brasileira de Dermatologia informou à revista Veja que, em duas décadas, nunca se viu tantos casos de sífilis no país.
De acordo com Augusto Botelho, que é médico, a principal causa do aumento de paciente com a doença está no descaso, principalmente com a resistência de parte da população ao uso de preservativo.
O senador citou pesquisa do Ministério da Saúde segundo a qual apenas 21% dos brasileiros usam preservativos - 31% menos que a média de países desenvolvidos.
Drama
Na Região Norte, o drama é ainda maior, como adverte Augusto Botelho: muitos ribeirinhos, indígenas e agricultores familiares, que vivem isolados na floresta, na beira dos rios, vão às cidades comprar alimentos e equipamentos necessários à sua manutenção e sobrevivência, entram em contato com a doença na cidade e a transmitem a suas companheiras em suas aldeias e comunidades.
O senador disse que, como o acesso ao atendimento médico nesses locais é bastante precário, a maioria dos infectados por doenças venéreas, moradores de região isolada na Região Norte, demora muito para diagnosticar a doença.
A sífilis, segundo afirmou, chama a atenção dos médicos por ser a única doença venérea a reunir duas características temerosas: altamente transmissível, seus sintomas podem passar despercebidos.
Estamos correndo o risco de ver a sífilis virar, no Brasil, uma epidemia grave - afirmou.
Infecção
O processo infeccioso da sífilis, como explicou o senador, pode durar até dez anos e é interrompido com apenas uma dose de antibiótico.
O cenário muda na etapa avançada, quando a bactéria começa a matar os neurônios e a atacar o sistema nervoso dos pacientes. Em tal fase, o tratamento nem sempre é eficaz. Cerca de 10% dos pacientes morrem em decorrência da doença.
Augusto Botelho recorreu à história para explicar as origens da sífilis: uma das primeiras notícias da infecção em massa causada pela doença data de 1494, ano em que o exército do rei da França, Carlos VIII, invadiu a Itália para conquistar Nápoles.
O episódio ficou conhecido como Guerra da Fornicação. Metade dos 12 mil soldados foi vitimada pela doença, que recebeu até o apelido de mal francês.
O nome "sífilis" surgiu em 1530, quando o médico e poeta italiano Girolamo Fracastoro, ao descrever a enfermidade, fez referência ao mito grego do pastor Syphilus, que amaldiçoou Apolo e foi punido com o que seria uma doença venérea.(Agência Senado).
fonte: Sociedade Brasileira de Dermatologia
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
O que você deve saber sobre a AIDS
A AIDS, ou síndrome da imunodeficiência adquirida (SIDA) é causada pelo vírus HIV ( vírus da imunodeficiência humana), ou seja este vírus causa deficiência no sistema imunológico (sistema de defesa) do nosso organismo. Nosso corpo produz células capazes de reconhecer e combater qualquer agente de doença, entre eles os vírus, e após a contaminação por este vírus ocorre uma falência deste sistema. Desta forma o organismo fica mais “fraco”, suscetível a outras infecções. Normalmente, o que causa a morte do paciente com AIDS são as outras doenças por ele adquirida.
Ter o HIV não é a mesma coisa que ter a aids. Há muitos soropositivos que vivem anos sem apresentar sintomas e sem desenvolver a doença. Mas, podem transmitir o vírus a outros pelas relações sexuais desprotegidas, pelo compartilhamento seringas e cachimbos (usados para o consumo de drogas como a cocaína) contaminados, ou de mãe para filho durante a gravidez e a amamentação. Somente através do sangue, esperma, leite materno e secreção vaginal se transmite o vírus.
Como o sistema imunológico entra em falência?
As células mais atingidas são o linfócito T CD4+. Entre as células de defesa estão os linfócitos T CD4+, principais alvos do HIV. São esses glóbulos brancos que organizam e comandam a resposta diante dos agressores. O HIV liga-se a um componente da membrana dessa célula, o CD4, penetrando no seu interior para se multiplicar, e as células do nosso corpo passam a produzir o material genético acrescido do material genético viral, aumentado desta forma a carga viral.Esse material genético porém sofre mutação (mudança) constante, fazendo com que o organismo produza vários tipos de anticorpos (“células-soldados” que combatem os agentes agressores), porém todos eles falham , e assim o sistema entra em falência.
Quando o organismo não tem mais forças para combater esses agentes externos, a pessoa começar a ficar doente mais facilmente e então se diz que tem aids. Esse momento geralmente marca o início do tratamento com os medicamentos antirretrovirais, que combatem a reprodução do vírus.
A única forma de sabermos se estamos ou não com o vírus da AIDS é por meio do teste anti-HIV. O teste é realizado com uma pequena quantidade de sangue retirado da veia e analisado em laboratório. Esse teste vai mostrar se estamos ou não infectados pelo HIV. Quando o nosso organismo entra em contato com o vírus da AIDS (HIV) ele produz anticorpos e o teste vai detectar se esses anticorpos estão ou não presentes no nosso sangue.
O que é janela imunológica?
Logo que o organismo adquire o vírus HIV ele já inicia este processo de replicação do vírus e produção de anticorpos, porém o exame (sorologia) que detecta o vírus no organismo só aparece positivo após uma quantidade de anticorpos circulando no sangue, e inicialmente a quantidade de anticorpos é insuficiente para ser detectado pelo exame. Portanto, algumas pessoas com AIDS, por aproximadamente 90 dias após o contágio, podem não apresentar um exame positivo para o HIV. Este período é chamado de janela imunológica.
O Brasil tem, aproximadamente, 600 mil portadores do vírus da aids, o HIV. Segundo previsão do Banco Mundial o Brasil teria 1,2 milhão de infectados pelo HIV no ano 2000. Dos 600 mil portadores do HIV, incluem-se as pessoas que já desenvolveram aids e excluem-se os óbitos. Diferente da notificação dos casos de aids, os dados de HIV são estimados, portanto, não estão disponíveis informações sobre as principais vias de infecção pelo HIV. Em média, a pessoa infectada pelo HIV demora entre 8 e 10 anos para começar a desenvolver os sintomas de aids. Só então ela é notificada como um novo caso de aids.
Gostaria de saber mais? Você pode encontrar essas e muitas informações em www. aids.gov.br
terça-feira, 28 de setembro de 2010
Colesterol e gorduras no nosso corpo
Em busca do controle do peso ou indivíduos que realizam tratamento para hipertensão e diabetes reduzem drasticamente o consumo de gorduras da alimentação, mas na prática essa conduta pode prejudicar sua saúde.
As gorduras exercem importantes funções em nosso organismo. Reveja seus conceitos sobre esse macronutriente, conhecendo algumas de suas funções:
*Transporta e armazena as vitaminas lipossolúveis (A, D, E e K);
*Modulam os níveis sanguíneos de testosterona e outros hormônios sexuais que dentre todas as funções, atuam também na hipertrofia muscular;
*Fornece elementos essenciais para formação de células do Sistema Imunológico;
*É constituinte das membranas das células;
*Reduz a perda de calor do organismo, funcionando como isolante térmico.
De acordo com posicionamento da American Dietetic Association e American College of Sports Medicine (2000), a alimentação de atletas e esportistas que buscam um melhor desempenho nos treinos, sem deixar de lado a saúde, deve conter um percentual de gorduras entre 20% a 25% das calorias totais diárias.
Além do aspecto quantitativo, deve ser dada a devida atenção à qualidade da gordura proveniente da alimentação.
Existem 4 tipos de gorduras nos alimentos:
Gorduras saturadas: estão presentes naturalmente nos alimentos de origem animal (carnes, leite integral, manteiga, creme de leite, iogurte integral, queijos amarelos, bacon), azeite de dendê, coco, óleo de coco e banha;
Gorduras "Trans" ou Hidrogenadas: são produzidas artificialmente e adicionadas à maioria dos produtos industrializados;
Gorduras Poliinsaturadas: estão na maioria dos óleos vegetais e margarinas;
Gorduras Monoinsaturadas: encontram-se no azeite de oliva extra virgem e processado à frio, óleo de canola, abacate, nozes, castanhas e sementes (linhaça, girassol, abóbora, gergelim);
Todas elas tem o mesmo valor calórico (9 kcal por grama) entretanto, as 4 agem de formas diferentes em nosso corpo.
As Gorduras Saturadas e Hidrogenadas tem ação semelhante e são "bandidas", entopem artérias, elevam o colesterol e os triglicérides do sangue. No planejamento de uma alimentação saudável devem estar numa proporção abaixo de 7% do valor calórico total diário.
As Gorduras Poliinsaturas e as Monoinsaturadas são "do bem".
As Poliinsaturadas devem estar numa proporção abaixo de 10% do valor calórico total diário e as Monoinsaturadas, acima de 10%.
As gorduras Monoinsaturadas tem a vantagem de proteger as artérias, aumentar o "bom" colesterol (HDL-Colesterol) e diminuir o colesterol "ruim" (LDL - Colesterol).
As informações fornecidas não são individualizadas. Portanto, o nutricionista deve ser consultado antes de se iniciar um tratamento e/ou acompanhamento nutricional."
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Centro Internacional SARAH de Neurorreabilitação e Neurociências
O HOSPITAL SARAH RIO, especializado em neuroreabilitação, inaugurado no dia 01 de maio de 2009, na Barra da Tijuca, já está cadastrando para atendimento, novos pacientes adultos e crianças com as seguintes patologias:
· Paralisia cerebral
· Crianças com atraso do desenvolvimento motor
· Sequela de traumatismo craniano
· Sequela de AVC
· Sequelas de hipóxia cerebral
· Má-formação cerebral
· Sequela de traumatismo medular
· Doenças medulares não traumáticas como mielites e mielopatias
· Doenças neuromusculares como miopatias, neuropatias periféricas hereditárias e adquiridas, amiotrofia espinhal
· Doença de Parkinson e Parkinsonismo
· Ataxias
· Doença de Alzeihmer e demências em estágio inicial
· Esclerose múltipla
· Esclerose lateral amiotrófica em estágio inicial
· Mielomeningocele
· Espinha bífida
· Paralisia facial
O atendimento é totalmente gratuito.
O cadastro para atendimento de novos pacientes é feito exclusivamente pelos telefones: 21 3543-7600 21 3543-7600 e 21 3543-7601/2, das 08 às 17 horas, de segunda a sexta-feira.
http://www.sarah.br/
Endereço:
Embaixador Abelardo Bueno, nº 1.500
Barra da Tijuca
22775-040 - Rio de Janeiro - RJ
· Paralisia cerebral
· Crianças com atraso do desenvolvimento motor
· Sequela de traumatismo craniano
· Sequela de AVC
· Sequelas de hipóxia cerebral
· Má-formação cerebral
· Sequela de traumatismo medular
· Doenças medulares não traumáticas como mielites e mielopatias
· Doenças neuromusculares como miopatias, neuropatias periféricas hereditárias e adquiridas, amiotrofia espinhal
· Doença de Parkinson e Parkinsonismo
· Ataxias
· Doença de Alzeihmer e demências em estágio inicial
· Esclerose múltipla
· Esclerose lateral amiotrófica em estágio inicial
· Mielomeningocele
· Espinha bífida
· Paralisia facial
O atendimento é totalmente gratuito.
O cadastro para atendimento de novos pacientes é feito exclusivamente pelos telefones: 21 3543-7600 21 3543-7600 e 21 3543-7601/2, das 08 às 17 horas, de segunda a sexta-feira.
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