Queridos visitantes,
Este blog está direcionado a informação sobre problemas ambientais e de saúde. Recebo muitos posts pedindo ajuda mas infelizmente não é possíve realizar "consultas virtuais". Mandem suas dúvidas mas não me peçam orientação de tratamento. Tentarei ajudar até o limite da ética. Obrigada
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terça-feira, 21 de agosto de 2012

Frutas para diabéticos



Ainda hoje, a existência do conceito da “Dieta para Diabético”: não pode isso, não pode aquilo, só pode isto… Infelizmente, prevalece em alguns tratamentos.
A alimentação de um indivíduo portador de Diabetes segue os mesmos padrões de Recomendações Nutricionais que a população saudável em geral, podendo ter como guia nutricional a mesma pirâmide alimentar da dieta saudável, sendo está alimentação composta de variedade, proporcionalidade, diversidade e qualidade.
Neste caso, o termo “Dieta para Diabetes” cai em desuso! Assim como o nosso título, pois não existem frutas para Diabéticos. A verdade, é que todas as frutas são permitidas para pessoas com Diabetes…
As frutas contém açúcar, mas um açúcar natural, que não prejudicam a saúde do portador de Diabetes, desde que usadas em quantidades adequadas e horários corretos.
De acordo com o guia alimentar, isso significa que uma criança pode ingerir cerca de 3 frutas por dia, um adolescente ou uma gestante no máximo de 4 frutas diárias, um adulto eutrófico entre 2 a 5 frutas, dependendo de sua atividade física e um obeso poderá ter seu limite fixado em 3 frutas ao dia.
É importante ressaltar que as porções de frutas não devem ser exageradas, devem ser de tamanho pequeno a médio e, sempre que possível, devem ser consumidas com casca e bagaço.
Algumas frutas, como por exemplo, a uva, o caqui, a manga e a banana nanica têm mais açúcar que outras, o que não proíbe seu consumo, mas indica a necessidade de controlar o tamanho da porção a ser ingerida. O abacate, por sua vez, quase não tem açúcar e é muito rico em um tipo de gordura, ômega 3, que aumenta o bom colesterol, mas tem um valor calórico muito alto, o que recomenda consumo em quantidade pequena pelas pessoas com excesso de peso.
A escolha e a quantidade que se ingere de cada alimento são a chave para uma alimentação saudável.
E mais, se as frutas forem consumidas de forma moderada, elas trazem grandes benefícios à saúde, podendo ate auxiliar no controle da glicemia. Vejam alguns exemplos de frutas indicadas para o consumo da pessoa com Diabetes:
Maçã: Fonte de multiplas vitaminas, mas se destaca pela presença de uma fibra chamada pectina, ótimo resultados para o portador de Diabetes. A Pectina se mostra eficiente não só no controle da glicemia como também na redução do mau colesterol. A combinação dessa fruta cozida com canela tem resultados ainda melhores, pois prolonga a sensação de saciedade.
Abacate: O abacate é uma fruta bastante indicada para portadores do diabetes. Quase não contém açúcar e é rico em boas gorduras que aumentam o bom colesterol. Além disso, a presença de gorduras deixa o processo de absorção dos alimentos mais lento, prolongando o tempo de saciedade e tempo de absorção da glicose. Porém, a fruta é bastante calórica e deve ser consumida com moderação, principalmente, por quem está acima do peso.
Cereja:  Devido a cor vermelha já denuncia a sua alta concentração de flavonoides, compostos com poder antioxidante, anti-inflamatório, antiviral, antialérgico e anticarcinogênico. Composta pelas vitaminas A, C e E que, juntas, são capazes de restringir as lesões induzidas pelos radicais livres, responsáveis por danificar células sadias do corpo. Entretanto, ela eleva os níveis glicêmicos, seu consumo deve ser moderado.
Limão: Rico em ácido cítrico e ácido ascórbico, atua beneficamente em diferentes partes do corpo. Evita hemorragias, uma grande preocupação para quem tem diabetes, já que a dificuldade de cicatrização e a consequente possibilidade de infecções são maiores. Alta concentração de ácido nicotínico que protege as artérias, prevenindo problemas cardiovasculare. Por fim, diminui a viscosidade do sangue, o que é essencial, uma vez que, junto com o diabetes, existem alterações que predispõe a um maior risco de trombose.
Amora: Embora tenha um índice glicêmico alto, a amora é rica em compostos que estimulam e aceleram a liberação de insulina, melhorando a síntese de glicose, no diabpeticos tipo 2.  A amora também é responsável por normalizar a pressão arterial e atuar como bactericida e anti-inflamatório.
Coco: Rico em ácidos graxos e ácido láurico, é um importante combatente de bactérias e fungos. Tais substâncias também cumprem um papel importante na nutrição das células intestinais, enriquecendo a imunidade. A gordura do coco favorece a saciedade e reduz as inflamações e também a carga glicêmica.
fonte: site educação em diabetes, Dr. Rodrigo Lamounier – Endocrinologista 

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Pessoas com diabetes correm mais risco de contrair dengue

Alerta para diabéticos

Se o avanço da dengue preocupa em todo o país, para uma população em particular as ameaças são ainda maiores. Segundo os especialistas, os diabéticos, que somam 8% da população entre 30 e 59 anos, têm mais chances de contrair a doença, além de apresentar evolução mais grave do problema.
O endocrinologista  Saulo Cavalcanti, presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes, explica que os diabéticos são uma população de risco justamente porque são mais vulneráveis aos quadros infecciosos quando, normalmente, aumentam na circulação hormônios como cortisona e adrenalina, que, por sua vez, elevam os níveis de glicose.
Enquanto, no sangue, sobem os níveis de hormônios e açúcar, o processo infeccioso também destrói a insulina, promovendo um complicado círculo vicioso. “é aí que o diabetes pode descompensar.  As necessidades de insulina aumentam e é preciso realizar mais testes para evitar que ocorram elevações excessivas da glicemia”, diz.
Entre os agravos das complicações, ele cita que os diabéticos estão mais propensos a desenvolver a febre hemorrágica , por exemplo. O estado de coma também não está descartado.
Prevenir a dengue e exercer um controle mais rigoroso do paciente diabético acometido por ela, portanto, é fundamental. O endocrinologista recomenda que os pacientes fiquem ainda mais atentos, não só com relação ao controle dos focos da dengue, como ao controle do próprio diabetes.
Para complicar, além da perspectiva de que o número de casos de dengue cresça, os médicos esbarram em outro desafio. Apenas 50% dos pacientes diabéticos sabem quem têm o problema e, dos que sabem, grande parte não faz o tratamento adequado.
SEM CURA Sozinho, o diabetes mal controlado pode ocasionar uma série de complicações. Embora a doença não tenha cura, com acompanhamento médico e medicamentoso, dieta e prática de exercícios, os pacientes podem levar uma vida normal e livre de riscos de desenvolver outros males. “Quanto melhor o controle do diabetes no início, menor a possibilidade de apresentar complicações no futuro”, afirma Cavalcanti.
A dona de casa Ana Maria Campos, de 55 anos, faz parte do contingente dos milhões de brasileiros que lutam para adiar no organismo, os efeitos da resistência à insulina. Ela é cautelosa, justamente para se preservar das complicações que fizeram seus pais sofrerem tanto. “Essa doença é traiçoeira e exige de nós a máxima disciplina. Felizmente, não desenvolvi nenhuma  complicação  típica do diabetes. Minha luta é para não deixar a glicose ultrapassar os índices normais”, diz.
Em todo o mundo, as populações terão mesmo que prestar mais atenção aos hábitos de vida, se não quiserem desenvolver diabetes.  Tendo em vista que a obesidade, por exemplo, é fator-chave para o desenvolvimento da doença, a prevenção ultrapassa as fronteiras da medicina e assume também um âmbito sociocultural, já que está totalmente ligada a fatores ambientais e à qualidade de vida.
SAIBA MAIS 
1- O mosquito da dengue já se transformou numa ameaça à saúde pública no Brasil. A doença é transmitida por meio da picada do mosquito infectado, o Aedes aegypti. Os sintomas mais comuns desta doença são manchas na pele, enjôo, vômitos, febre alta, dores no corpo, cansaço, falta de apetite e dor de cabeça.

2- O diabetes é uma doença que leva ao aumento da taxa de açúcar no sangue devida a deficiência parcial ou total de insulina. Isso ocorre pela destruição das células produtoras de insulina no pâncreas.

3- O diabetes tipo 1, ou insulinodependente, corresponde a 10% dos casos de diabetes. O tipo 2 a 90% dos casos e não referem - se a pacientes insulinodependentes.
4- Também existe o diabetes secundário, provocado por alguns tipos de doença como as pancreáticas, genéticas, endócrinas ou casos de cirurgias de retirada do pâncreas.
5- O controle do diabetes se baseia em três vertentes: dieta, medicamentos e atividade física. A dieta é fundamental e deve ser calculada de acordo com a faixa etária, altura, peso, e necessidades calóricas do paciente. Também vai depender da existência de alguma doença associada ao diabetes.
6- O diabetes mal controlado aumenta os riscos de ataques cardíacos, torna deficiente a circulação sanguínea, causando perda de sensibilidade nas pernas e pés. Os pacientes também estão mais propensos a ter doenças renais e problemas nos olhos (retinopatia diabética), além de doenças infecciosas, como a dengue.
7- Muita sede, urina em excesso, muita fome, cansaço, perda de peso sem explicação, visão embaçada, coceira vaginal, infecções urinárias freqüentes, dificuldades de cicatrização de feridas, formigamentos, dormências e dores nas mãos, pernas e pés, podem ser sintomas de diabetes.
8- O problema pode ser detectado pelos exames de glicemia em jejum e após duas horas de ingestão de glicose.

9- Para garantir o bom controle do diabetes é preciso, também, manter controlados a pressão arterial, o colesterol e o peso, reduzindo as chances de desenvolvimento de outras doenças.

fonte: site sociedade brasileira de diabetes

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Diabetes e Leis


A lei federal de n° 11.347 (assinada em 27 de setembro de 2006 pelo Presidente da República) está em vigor e determina que os pacientes com diabetes recebam, gratuitamente, do Sistema Único de Saúde - SUS, os medicamentos necessários para o tratamento, assim como os materiais exigidos para a sua aplicação e a monitoração da glicemia capilar. O texto da lei afirma que, para ter este direito, é preciso estar inscrito em algum programa de educação especial em diabetes.
Na prática, a pessoa precisa ir ao posto de saúde mais próximo de sua residência, e cadastrar-se como paciente com diabetes do SUS ou do Sistema de Informação em Hipertensão e Diabetes (Hiperdia). No mesmo local, deve-se pedir pelos medicamentos necessários ao tratamento, prescritos pelo médico responsável em uma receita que será ali apresentada.
Caso não seja plenamente atendido, paciente deverá relatar o caso à ouvidoria da Secretaria da Saúde do estado ou do município e também na própria sede da mesma. Se ainda assim não for atendido, em último caso, o paciente poderá entrar com uma ação judicial exigindo o fornecimento gratuito de todos os itens indispensáveis ao seu tratamento médico. Para tanto, precisará de um advogado, que pode ser público (Defensoria Pública, localizada nos fóruns de cada município) ou um profissional particular de sua confiança. 

fonte:www.diabetes.org.br

dia 14 de novembro - Dia Mundia do Diabetes

Houve um grande crescimento no número de casos de diabetes tipo 2 em todo o mundo. Em 1985, era estimado haver 30 milhões de pessoas com diabetes. Em 1995, esse número já ultrapassava os 150 milhões. De acordo com as estatísticas da IDF (International Diabetes Federation), atualmente o número já supera os 250 milhões. Se nenhuma atitude eficiente de prevenção for feita, a IDF estima que o número total de pessoas com diabetes em 2025 alcançará os 380 milhões. Já o diabetes tipo 1 não pode ser prevenido. Mesmo assim, a cada ano aumentam os casos registrados.

Veja alguns dados estatísticos da IDF:
  • Estima-se que metade das pessoas com diabetes desconheça a própria condição. Em países em desenvolvimento, essa estimativa chega a 80%;
  • Estudos mostram que exercícios físicos e dieta equilibrada previnem 80% dos casos de diabetes tipo 2;
  • Pessoas com diabetes tipo 2 têm o dobro de chances de sofrer um ataque cardíaco;
  • Até 2025, o maior aumento na incidência do diabetes está previsto para os países em desenvolvimento (nos qual o Brasil se inclui)
  • A cada 10 segundos uma pessoa morre de causas relacionadas ao diabetes;
  • A cada 10 segundos duas pessoas desenvolvem diabetes;
  • O diabetes é a quarta maior causa mundial de morte por doença;
  • O diabetes é a maior causa de falência renal em países desenvolvidos e é a maior responsável por grandes custos de diálise;
  • Em média, pessoas com diabetes tipo 2 têm sua expectativa diminuída em 5 a 10 anos em relação a pessoas sem diabetes, principalmente por causa de doenças cardiovasculares;
Sinais e Sintomas
O desencadeamento de diabetes tipo 1 é geralmente repentino e dramático e pode incluir sintomas como:
  • Sede excessiva
  • Rápida perda de peso
  • Fome exagerada
  • Cansaço inexplicável
  • Muita vontade de urinar
  • Má cicatrização
  • Visão embaçada
  • Falta de interesse e de concentração
  • Vômitos e dores estomacais, frequentemente diagnosticados como gripe.
Os mesmos sintomas acima podem também ocorrer em pessoas com diabetes tipo 2, mas geralmente são menos evidentes. Em crianças com diabetes tipo 2, estes sintomas podem ser moderados ou até mesmo ausentes.
No caso do diabetes tipo 1, estes sintomas surgem de forma abrupta e às vezes podem demorar a ser identificados. Já no diabetes tipo 2, esses sintomas podem ser mais moderados ou até mesmo inexistentes.
Não se sabe ao certo por que as pessoas desenvolvem o diabetes tipo 1. Sabe-se que há casos em que algumas pessoas nascem com genes que as predispõem à doença, mas outras têm os mesmos genes e não têm diabetes. Outro dado é que, no geral, o diabetes tipo 1 é mais freqüente em pessoas com menos de 35 anos, mas vale lembrar que ela pode surgir em qualquer idade.

Educação e Prevenção

O diabetes exige alguns cuidados que são para o resto da vida, tanto para o paciente, quanto para a família. Ambos precisam tomar uma série de decisões relacionadas ao tratamento do diabetes: medir a glicemia, tomar medicamentos, exercitar-se regularmente e ajustar os hábitos alimentares. Além disso, pode ser necessário apoio psicológico. Como as consequências do tratamento são baseadas nas decisões tomadas, é de extrema importância que as pessoas com diabetes recebam educação de qualidade, ajustada às necessidades e fornecidas por profissionais de saúde qualificados.

Sem a educação em diabetes, os pacientes estão menos preparados para tomar decisões baseadas em informação, fazer mudanças de comportamento, lidar com os aspectos psicossociais e, por fim, não estar equipado o suficiente para fazer um bom tratamento. O mau controle resulta em prejuízo para a saúde e em uma grande probabilidade de desenvolver complicações.

O papel dos educadores em diabetes é essencial, juntamente com a equipe multidisciplinar. O educador faz com que a pessoa com diabetes monitore sua saúde com escolhas e ações baseadas em julgamento vindo da informação.

A maioria dos pacientes não tem acesso à educação em diabetes, devido a fatores como custo, distância e falta de serviços apropriados. Algumas nem sabem dos serviços existentes ou não estão convencidas dos benefícios que a educação em diabetes pode trazer. Esses pacientes podem achar, por exemplo, que a interação com o médico fornece toda a educação de que precisam. A campanha do Dia Mundial do Diabetes vai promover a importância dos programas estruturados de educação em diabetes como a chave para a prevenção e o controle, além de defender mais oportunidades para inserir educação em diabetes junto aos sistemas de cuidados em saúde e às comunidades.

Está faltando educação em diabetes especialmente nos países em desenvolvimento. Mesmo nos países desenvolvidos, muitas pessoas não conseguem ter acesso a ela porque não há educadores e centros em número suficiente para atender o número crescente de novos casos.

fonte: http://www.diamundialdodiabetes.org.br

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Diabetes e a ação da Insulina sobre a Glicose

Diabetes e uma dieta sadia


Quando o assunto é diabetes, uma dieta sadia começa bem antes de se sentar à mesa. É o que se chama Planejamento Alimentar: escolher alimentos adequados, controlar o peso e equilibrar a quantidade do que se come com as calorias que se gastam.

Escolha dos alimentos
Pães, vegetais, frutas e doces afetam o nível de glicose no sangue de várias formas. Como escolher e o que comer? Primeiro: a orientação de um nutricionista é fundamental para fazer a escolha certa. Segundo: ter disciplina e seguir à risca o que for indicado. E algumas dicas que você já pode seguir sobre os tipos de alimentos a consumir e a evitar, a utilização de temperos e sal, a importância de se ler as informações das embalagens de produtos.

Comer fora de casa
De que adianta você tomar todos esses cuidados em casa se, ao sair, corre o risco de perder o controle do nível de glicose no sangue? Existem algumas formas de você planejar essas saídas.
Saber com antecedência o que vai ser servido e levar algo de acordo com o plano alimentar pode ser uma saída. Em restaurantes, o ideal é pedir alimentos assados ou grelhados, acompanhados de salada e com molho à parte.

Bebidas Alcoólicas
Para quem usa insulina ou comprimidos, bebida alcoólica pode representar perigo para o nível de glicose no sangue. Mas isso não significa que não se pode beber. Não é aconselhável, porém, tomar mais de duas doses por dia, considerando-se que uma dose-referência para o diabético equivale a um cálice de vinho, uma lata de cerveja ou meia dose de destilado. É imprescindível, também, fazer o teste do nível de glicose no sangue depois de beber.
Outras dicas: beber lentamente e como acompanhamento da comida, dar preferência à cerveja light ou sem álcool e combinar a bebida alcoólica com água mineral ou refrigerantes dietéticos.

Dicas para uma dieta sadia

☻ Controle a quantidade de alimentos a ser ingerida.
☻ Utilize alimentos ricos em fibra, tais como frutas e vegetais frescos; pão e cereais integrais; feijão e legumes; arroz integral, cevada e aveia. Todos evitam que o nível de glicose suba muito rapidamente depois de sua ingestão.
☻ Elimine manteiga, margarina, óleo, molhos de saladas e creme na comida ou durante o preparo da refeição.
☻ Evite carne com gordura, leite integral, queijo e frituras. Retire a pele da galinha, separe a gordura da carne antes de cozinhar ou comer. Tome leite semi-desnatado ou desnatado.
☻ Tome cuidado com o que pedir em restaurantes e lanchonetes. As comidas do gênero "fast food" geralmente têm muita gordura.
☻ A pressão arterial alta é comum em pessoas com diabetes. Por isso, não utilize sal nos alimentos, mesmo no seu preparo. Use temperos sem sal, como alho em pó, cebola, pimenta e ervas.
☻ Evite alimentos como carnes defumadas, pepinos curtidos, batatas fritas, salames. Eles contém muito sal.
☻ Leia os rótulos das embalagens. Elas costumam trazer o valor nutritivo e as calorias dos alimentos, entre outras importantes informações.
☻ Anote o que se come. Isso ajuda ao controlar a quantidade e a qualidade dos alimentos, além de saber qual deles pode estar afetando o seu nível de glicose no sangue.